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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Automedicação é perigosa e pode levar paciente à morte

A automedicação em excesso pode causar graves consequências à saúde e até levar à morte. A recomendação de especialistas é não tomar remédios sem orientação médica. O ideal, dizem, é perguntar durante a consulta quais os medicamentos se pode tomar em situações corriqueiras como dores de cabeça, corpo e queimações. "Os perigos são os efeitos adversos que os remédios podem causar.

Muitas vezes, a pessoa que indicou não é médica e leva ao desconhecimento dos efeitos colaterais", diz Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio Libanês. Se usados incorretamente, anti-inflamatórios, por exemplo, podem causar úlcera e insuficiência renal, explica o clínico geral e geriatra Paulo Camiz, professor da USP (Universidade São Paulo)e do Hospital das Clínicas de São Paulo. "O ideal é ter precaução, pois os riscos variam de acordo com a medicação.

Cada paciente tem sensibilidade diferenciada." Nakandakari diz que casos de consumo exagerado de algum tipo de remédio podem levar a complicações. "Mesmo um simples remédio para dor de cabeça em altas doses tem chance de causar efeitos colaterais gravíssimos." Ele cita que as automedicações mais comuns são analgésicos, antigripais e descongestionantes nasais. Os remédios para desentupir o nariz são um grande problema, segundo Nakandakari. "A pessoa usa o remédio e após algumas horas volta a sentir o nariz entupido.

Usará novamente e isso se torna um ciclo vicioso difícil de ser quebrado." Esses remédios, no geral, não têm a necessidade de receita médica, o que é criticado por Camiz. "Deveria haver mais rigor das autoridades, porque, usados de forma indevida, medicamentos por conta própria podem levar à morte", conclui.

Uso deve ser moderado, diz médico

Os analgésicos são remédios amplamente utilizados para eliminar dores de cabeça ou dores em alguma parte do corpo. "Se respeitarmos as doses e os horários usuais, não haverá problemas na automedicação", diz o otorrino Fausto Nakandakari. O especialista diz que o ideal é ter precaução, pois os riscos variam de acordo com a medicação e particularidades no paciente. "Se persistir, deve ir ao médico." (TC)

Por: Tnh1


 
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