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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Alagoanos que moram na Flórida registram estragos após passagem do furacão Irma


Um dia após a passagem do furacão Irma na Flórida, nos Estados Unidos da América (EUA), alagoanos que moram no estado relataram como foi a passagem do fenômeno  que chegou a ser de categoria 5, a mais alta da escala de furacões, e foi rebaixado nesse domingo (10), à categoria 3. 

Dennis Dantas, de 27 anos, que mora com a esposa em Fort Lauderdale, contou que durante a passagem do furacão ficou abrigado em uma escola. Segundo ele, o impacto para quem estava dentro do abrigo foi muito sutil. Quando saiu, na manhã desta segunda-feira (11), conta o educador físico, foi que viu os estragos causados pela força dos ventos, como ruas alagadas e cercas quebradas devido à quedas das árvores. 

ÚNICA VISTA DO ABRIGO NA FLÓRIDA
FOTO: ACERVO PESSOAL/DENNIS DANTAS
"Lá dentro foi tudo muito tranquilo. A gente chegou a ficar sem sinal de celular desde ontem à tarde até hoje pela manhã, mas agora está tudo mais tranquilo. Algumas cidades estão sem energia, mas, no fim das contas, o impacto foi mais positivo que o esperado", relatou. Após a passagem do furacão, Dennis conta que amanhã já voltará à rotina normalmente. 

A previsão do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) é que ele se torne uma depressão tropical (ciclone com velocidade máxima do vento de 62 km/h) na terça-feira (12) à tarde, segundo a Reuters.

Ralmon Salgueiro, de 28 anos, mora em Wilton Manors, conhecida como Veneza americana por ter muita água. Ele conta que assim que soube do furacão, começou a se mobilizar para suporta-lo, estocando alimentos, água e combustível. 

"Quando o vi ganhando força e o impacto que estava causando por onde passava, resolvi mudar meu rumo. O 'olho' já estava voltado mais pra o leste, onde inclusive é grande a comunidade brasileira", explica. 

O alagoano conta que se organizou e foi para a Filadelfia. "A viagem duraria 17h, subiu pra 30h pelo trânsito, todo mundo fugindo de Miami.  Devo voltar amanhã ou quarta, dependendo das condições da estrada, já que tem árvores arrancadas, galhos e possivelmente um grande congestionamento", disse. 

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