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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Precariedade no Ministério do Trabalho em Alagoas vai ser denunciada em Brasília

A precariedade nos serviços oferecidos pela Superintendência Regional do Trabalho (SRTE) em Alagoas vai ser denunciada em Brasília. Dirigentes do sindicato que representa os servidores do órgão no estado, o Sindprev, decidiram comunicar os problemas aos representantes da bancada federal para que eles sejam os interlocutores junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Semana passada, a Associação dos Auditores-Fiscais do Trabalho de Alagoas procurou a imprensa para denunciar a falta de estrutura dos setores burocráticos e do atendimento ao público nos locais improvisados, desde que o prédio-sede do órgão foi interditado por orientação do Corpo de Bombeiros.

Os setores de emissão de carteiras de trabalho e seguro-desemprego estão funcionando provisoriamente na Central Já do Maceió Shopping. As atividades burocráticas deveriam estar abertas em salas do edifício Walmap, no centro de Maceió, mas a internet não está disponível, conforme alegação da atual Superintendência Regional do Trabalho.

Assim, serviços como fiscalização do trabalho nas empresas, inserção no Projovem Aprendiz e homologação de rescisão de trabalho daqueles que não têm sindicato representativo estão parados, conforme denuncia o Sindprev. 

"Diante desse caos administrativo e falta de informação sobre o futuro, o Sindprev, em comum acordo com os servidores, decidiu denunciar a situação e procurar a bancada federal alagoana, com a esperança de encontrar uma solução para o problema. O Sindicato também vai procurar o Clube dos Dirigentes Logistas (CDL)",  revela nota encaminhada à imprensa.

Sem link

Em conversa com a Gazeta de Alagoas, na semana passada, o superintendente da SRTE, Antônio Carlos de Almeida Barbosa, disse que apenas um grupo pequeno de servidores reclama do Walmap e que não há dinheiro para alugar um novo prédio, como está sendo pleiteado pelos funcionários públicos.

Ele confirmou que o principal entrave é a transferência de link pelo Ministério do Trabalho para dar andamento às atividades do órgão. Ele disse que cerca de 70 servidores do órgão em Alagoas estão ociosos.

"Há dias tento ver essa questão do link do prédio antigo para o prédio novo. Por causa desse problema, estamos sem conseguir resolver situações, como no Programa Jovem Aprendiz, para fazer a homologação das demissões", afirma.


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