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terça-feira, 4 de julho de 2017

Detran vai pedir prisão de envolvidos em falsificação de CNHs em Alagoas


A Polícia Civil e o Detran de Alagoas informaram que vão solicitar ao Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) do Ministério Público Estadual a prisão de mais cinco pessoas envolvidas em um esquema de falsificação de carteiras de motorista em Alagoas. Dois suspeitos, Samira Sidineia Millon, de 43 anos, e Windisllan Nascimento de Assis, de 52, já foram presos e liberados após pagamento de fiança.
A informação foi repassada pelo presidente do Detran, Cacá Gouveia, em uma entrevista coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira (4). Na ocasião, ele informou ainda que a dupla agia com a ajuda do que eles chamam de "zangões", que seriam atravessadores e ficam dentro do próprio órgão abordando a população. 
Os "zangões", porém, não são funcionários públicos e, segundo o diretor-presidente, o departamento já estuda uma maneira de justificar a movimentação das pessoas dentro do órgão. "Como o órgão é público, não podemos proibir a entrada de ninguém", disse Cacá.
Durante a coletiva, foram apresentados ainda os materiais apreendidos com os dois presos. Com eles foram encontrados impressoras, diversos tipos de papel, CNHs falsas e carimbos. Parte dos objetos foi apreendida em um escritório na Jatiúca e outra no carro do Windisllan - onde funcionava uma espécie de cartório ambulante.
Diretor do órgão e delegada explicaram como eram feitas as falsificações
FOTO: DÁRCIO MONTEIRO

Samira e Windisllan já foram soltos após pagar fiança. Entre os crimes cometidos pela dupla estão os de falsidade ideológica e falsidade de documento público. Nem a polícia nem o Detran souberam dizer quantos documentos do tipo circulam em Alagoas. Também não há estimativa de valores movimentados pelo esquema.
"Normalmente eles pegam uma cédula verdadeira e lavam através de produtos químicos, colocando os dados que desejam. A gente conseguiu atrapalhar a vida deles. Eles estão sendo monitorados. As investigações não param e outras prisões poderão ser decretadas", disse Maria Angelita. 
De acordo com a delegada, que afirmou estar impressionada com a qualidade das falsificações, as investigações começaram há cerca de três meses. 

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