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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Alagoas tem a menor expectativa de vida para homens do País, revela IBGE

Alagoas tem a menor esperança de vida ao nascer para homens em relação aos demais estados da Federação, segundo revela a Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil - 2015, divulgada nesta quinta-feira (1º), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Aqui, os homens vivem 66,5 anos, em média, sendo a menor expectativa de vida do Brasil. O estado também é o que possui a maior diferença de esperança de vida entre homens e mulheres. Elas estão vivendo 9 anos e meio a mais do que eles em Alagoas.
O gráfico mostra que a esperança de vida ao nascer para os homens é bem inferior do que a média brasileira para o sexo masculino, que era de 71,9 anos. As mulheres vivem uma média de 71,6 anos em Alagoas (sendo a sétima mais baixa do País). Em termos de Brasil, elas estão vivendo até 79 anos e 1 mês.
No universo em que inclui homens e mulheres, a esperança de vida ao nascer em Alagoas ficou na média de 71,2 anos, ficando à frente de estados como Roraima (71,2 anos também), Rondônia (71,1 anos), Piauí (70,9 anos) e Maranhão (70,3 anos). 
Em apenas cinco estados a expectativa de vida ao nascer das mulheres ultrapassam os 80 anos, todos nas regiões Sul e Sudeste do país. São eles, Santa Catarina (82,1 anos), Espírito Santo (81,9 anos), Distrito Federal (81,3 anos), São Paulo (80,9 anos), Rio Grande do Sul (80,9 anos) e Paraná (80,2 anos).
Mortalidade
As estatísticas revelam que Alagoas tinha a terceira maior taxa de mortalidade infantil do Brasil em 2015. Os dados mostraram que, no estado, ocorreram 20,86 óbitos de crianças por cada grupo de 1000 bebês nascidos vivos. No topo das mortes está o Amapá (com índice de 23,5) e Maranhão (22,3). A taxa do Brasil ficou em 13,82 mortes por mil nascidos vivos.
Mesmo os Estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul com taxas abaixo de 10 por mil estão longe das encontradas nos países mais desenvolvidos do mundo. Japão e Finlândia, por exemplo, possuem taxas na ordem de 2 por mil. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, 9,2 óbitos de crianças menores para cada 1.000 nascidos vivos.
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