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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Pesquisa aponta que mais de 8 mil empresas fecharam em 2014 em AL

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que mais de oito mil empresas fecharam as portas em Alagoas no ano de 2014. Já com relação às empresas que foram abertas no mesmo período, segundo o levantamento, o número foi inferior - em 1.381 empresas - ao quantitativo das que deixaram de funcionar.

Em comparação com os demais estados do Nordeste, Alagoas ocupa a 8ª posição, sendo um dos que menos perdeu. O estado que mais teve empresas fechadas foi a Bahia, com 55.100.

Em 2014, o estado começou o ano contabilizando 38.072 empresas ativas. Porém, ao longo do ano, milhares de unidades fecharam as portas, enquanto 6.913 iniciaram suas atividades. A pesquisa aponta ainda que 29.778 empresas conseguiram sobreviver, e o estado encerrou aquele ano com 36.694 empresas ativas. 

A diferença entre as empresas que encerraram as atividades para as que abriram é perceptível em todo o país, já que todas as regiões registraram defasagem. No Nordeste, foram 185.786 empresas inativas, contra 128.670 entre as que iniciaram as atividades - uma diferença de mais de 57 mil.

E pela primeira vez, o saldo total de empresas existentes ficou negativo, com um decréscimo de 4,6% (217,7 mil empresas a menos) entre 2013 e 2014. Apesar desta queda, o total de ocupações assalariadas cresceu 0,5% (170,4 mil) no período. Já as empresas que iniciaram suas atividades foram responsáveis por 847,1 mil novas ocupações, sendo que 29,9% (252,9 mil) foram criadas no comércio, atividade que registrou também o maior número de perdas de assalariados (134,7 mil).

Em 2014, 39,6% das 694,5 mil empresas que nasceram em 2009 ainda estavam ativas no mercado, ou seja, cinco anos após o nascimento - segundo o IBGE, mais de 60% das empresas não sobrevivem após este período. Ainda em 2014, as seções de atividades que apresentaram as mais altas taxas de sobrevivência foram saúde humana e serviços sociais (55,3%), atividades imobiliárias (51,5%), e atividades profissionais, científicas e técnicas (47,3%).


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