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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Bancários de AL decidem entrar em greve e fecham agências na próxima terça-feira

Por unanimidade, os bancários de Alagoas decidiram, nesta quinta-feira (1º), deflagrar greve a partir do dia 06 setembro por tempo indeterminado. A decisão foi tomada durante assembleia geral da categoria, no auditório do Sindicato dos Bancários, no centro de Maceió. A categoria pede 14,76% de aumento, o equivalente à inflação mais 5%.

Além disso, eles também pedem melhores condições de trabalho, garantia de emprego e a ampliação de conquistas na Convenção Coletiva. 

Para o presidente do sindicato, Jairo França, a atitude dos bancos é desrespeitosa. "Somente nos primeiros seis meses deste ano os bancos lucraram R$ 29,7 bilhões e ainda tem a petulância de oferecer uma proposta da qual a categoria tenha uma perda real de 2,8%. Nossa expectativa é que a greve comece forte e se mantenha intensa até recebermos uma proposta digna de ser apreciada" declarou. 

De acordo com o presidente, os clientes poderão realizar operações como saques, transferências e outras opções por canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativos no celular (mobile banking), telefone. 

Uma minuta com as demandas da categoria foi enviada para os banqueiros no último dia 9 de agosto. Segundo o diretor do Sindicato dos Bancários, Regis Souza, três reuniões foram realizadas com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e eles apresentaram uma proposta de 6% de reajuste salarial e R$ 3 mil de bônus. A categoria recusou e reprova qualquer tipo de bônus salarial. De acordo com os bancários, a proposta não cobre a inflação dos últimos doze meses.

Pleitos

De acordo com sindicato, os bancários de todo o país querem reajuste salarial de 14,78%, que corresponde à correção da inflação (projetada em 9,31% para setembro) mais aumento real de 5%; PLR de três salários-base mais R$ 8.317,90; piso de R$ 3.940,24 (Salário mínimo do Dieese); vale-refeição de R$ 40 por dia; vale-alimentação de R$ 880; e 14ª salário. Eles ainda lutam por auxílio-educação, ascensão profissional, melhores condições de trabalho, o fim das metas abusivas e do assédio moral e uma melhor segurança institucional para coibir assaltos e sequestros.


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