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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Collor e Benedito de Lira se inscrevem para discursar na sessão do impeachment

acusação no Congresso Nacional, os senadores da República se preparam para discursar na sessão que pode cassar o mandato da presidente afastada Dilma Rousseff (PT). No total, 65 dos 81 senadores farão uso da tribuna para expressar seus posicionamentos no processo de impeachment. Eleitos pelo estado de Alagoas, os senadores Fernando Collor (PTC) e Benedito de Lira (PP) também se inscreveram para discusar. 

A sessão foi reiniciada às 14h dessa terça-feira (30) e deve seguir até a madrugada desta quarta-feira.

Conforme a assessoria do Senado, Fernando Collor é o 18º inscrito na sessão, e a previsão é a de que o pronunciamento do ex-presidente da República aconteça por volta 18h. O voto de Collor é um dos mais aguardados do dia, visto que o senador foi alvo de processo de impeachment em 1992. Collor ainda não adiantou como deve se posicionar. 

Já o senador Benedito de Lira é o 39º inscrito, com a previsão de pronunciamento para o começo da madrugada desta quarta-feira. 

O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB), por sua vez, também não adiantou como deve votar. Seguindo o rito estabelecido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, cada parlamentar terá até 10 minutos para discursar, o que deve fazer com que a sessão se estenda por muitas horas. Caso os 81 senadores decidam se pronunciar pelo tempo máximo, a previsão é a de que somente esta fase dure 13 horas.

Sendo assim, a previsão inicial é a de que a fase de debates se estenda por mais de 18 horas, sem levar em conta os intervalos previstos para almoço e jantar. A expectativa dos aliados do presidente em exercício Michel Temer é a de que a votação final leve ao afastamento definitivo de Dilma já na madrugada desta quarta (31), visto que o peemedebista tem viagem marcada para a China, onde vai participar de encontro da Cúpula do G20.

A votação será nominal, via painel eletrônico, com o resultado sendo proclamado posteriormente. Caso ao menos 54 senadores votem a favor do impeachment, Dilma será definitivamente afastada da Presidência e ficará inelegível por oito anos a partir do final de 2018, quando do encerramento de seu mandato. Já se o placar de 54 votos for favorável a presidente afastada, o processo será arquivado e Dilma reassumirá o governo.


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