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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Fake news são empecilho para aumento da vacinação contra HPV


As notícias falsas, chamadas fake news, são empecilho para o aumento da cobertura vacinal do HPV, de acordo com o Ministério da Saúde. Para ampliar o número de adolescentes vacinados e esclarecer a importância da vacina, a pasta quer aproveitar o início das aulas nas escolas para conscientizar jovens e responsáveis. A recomendação é que eles estejam atentos à atualização da caderneta de vacinação.
O problema das fake news não é apenas do Brasil. No início do mês, o Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC) vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um comunicado alertando para o problema e afirmando que a vacina é segura e indispensável para eliminar o câncer de colo do útero.
O HPV é uma doença transmitida pelo papiloma, vírus humano que causa cânceres e verrugas genitais, atingindo meninos e meninas. A vacina só é administrada na adolescência, daí a importância da conscientização.
?O reinício do período escolar é um momento importante para que pais e filhos fiquem atentos à atualização da caderneta de vacinação. A medida evita a ocorrência de doenças entre os adolescentes?, diz o ministério. A pasta esclarece que os falsos rumores são um dos fatores que impedem uma maior cobertura vacinal. Outro fator é que muitos acreditam que não precisam da vacina. 
Cobertura
As doses da vacina são ofertadas pelo Ministério da Saúde, durante todo o ano, nas Unidades Básicas de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina é voltada para meninas com idade entre 9 e 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Eles devem tomar duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.
A meta do ministério é vacinar, com as duas doses, 80% dos adolescentes, tanto meninas quanto meninos.
De acordo com a pasta, entre 2014 e 2018, foram vacinadas na faixa etária de 9 a 14 anos, 5,9 milhões de meninas com a segunda dose da vacina, o que representa 49,9% do público-alvo. Em relação à primeira dose, a cobertura vacinal nas meninas é de 70,3%. Já entre os meninos, a cobertura é de 20,1% do público-alvo.
Saúde na Escola
O levantamento Saúde Brasil 2018, do Ministério da Saúde, mostra que a infecção por HPV acomete pessoas de todas as condições sociais, sem distinção. A infecção é transmitida sexualmente ou por contato pele a pele.
O levantamento aponta que a prevalência do HPV no Brasil foi de 53,6%, sendo o HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer presente em 35,2%. O estudo avaliou 7.693 pessoas sexualmente ativas entre 16 e 25 anos.


O Programa Saúde na Escola (PSE), desenvolvido pelos Ministérios da Saúde e da Educação, é uma das iniciativas do governo para incentivar a vacinação dos estudantes. O prazo para os municípios aderirem ao programa vai até o dia 28 deste mês.
Por: Gazeta Web

Linha Ética é o novo canal da Fazenda para recepção de denúncias


A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz/AL) se tornou o primeiro ente da administração direta estadual do País a implementar um Programa de Compliance – um compromisso sobre conscientização ética e cultura de integridade. Dentro desse universo, a Fazenda investe em mais um projeto para detectar e responder sobre desvios e inconformidades na administração. Intitulado de Linha Ética, a iniciativa consiste na criação de um canal específico para denúncias – sejam elas externas ou internas.
 
A Linha Ética é um canal independente, administrado pela empresa KPMG, consultoria de referência mundial nos temas relacionados a ética e programas de integridade, que possui a experiência necessária para obter informações em situações como má conduta, fraude, sonegação fiscal e desvios de recursos, garantindo o anonimato e a confidencialidade das informações recebidas.
 
Quem explica como tudo vai funcionar é o assessor Especial de Ética e Compliance em Alagoas, Rodrigo Bittencourt. “A partir de agora, uma central alocada em São Paulo fará a recepção inicial dessas denúncias. É uma equipe de profissionais treinados por psicólogos e especialistas em investigação forense capacitada para identificar a veracidade desses relatos e preencher análises com observações mais detalhadas”.
 
Se existe um problema, a Fazenda quer tomar conhecimento dele para tratá-lo. “Criamos esse canal para que as coisas erradas que já existem sejam identificadas com eficácia e controladas no fluxo correto”, conta Bittencourt. O Linha Ética contará com telefone 0800 713 0069, e-mailsefazetica@linhaetica.com.br, site www.linhaetica.com.br/etica/sefazal e até caixa postal 79518. “Caso o denunciante queira enviar providências físicas que comprovem sua denúncia, também pode, via correios. Mas online mesmo o envio já será bastante completo.”
 
Na página da KPMG, é possível anexar áudios, fotos e vídeos. Além de descrever minuciosamente o ocorrido, o site disponibiliza um protocolo para acompanhamento.
 
A Ouvidoria da Sefaz, antes com atribuição de receber, entre outras coisas, denúncias, passa a ser o canal exclusivo para sugestões, elogios, requerimento de adoção de providências por parte do órgão e reclamações.

Por: Cada Minuto

Secretaria Municipal de Saúde inicia descentralização de testes rápidos para dengue, zika e chikungunya nas unidades de atenção básica


Na manhã desta quarta-feira, 20, a equipe de profissionais da Atenção Básica e da Vigilância Epidemiológica, estiveram reunidos para iniciar o processo de descentralização dos testes rápidos para a detecção de dengue, zika e chikungunya.

Os testes serão ofertados nas unidades básicas de saúde e são obrigatórios para gestantes e de comprovação para pacientes com sintomatologia.

O Prefeito Padre Eraldo ressaltou a importância da realização dos testes e o avanço nos cuidados às gestantes do município.

"Já houve tempos em Delmiro Gouveia em que as gestantes iam ter seus filhos, sem ter ao menos realizado um exame de Ultrassonografia ou Patologia. Conseguimos regularizar e hoje todas as gestantes realizam seus exames de Pré-natal como preconiza o Ministério da Saúde. Com a implantação dos testes rápidos nas unidades, poderemos ser proativos nas ações para estas futuras mamães".

Por: ASCOM PMDG

Já é possível acessar a CNH Digital com leitor biométrico no Android e no iPhone



No fim de 2018, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) facilitou o acesso à CNH Digital ao permitir que a versão virtual do documento fosse validada em casa, diretamente pelo celular. Agora, a atualização do aplicativo Carteira Digital de Trânsito para iOS e Android recebeu um novo upgrade para a CNH Digital: é possível acessá-la usando os leitores de digitais do Android e do iPhone, assim como o Face ID dos dispositivos da Apple.
Quem já usa o documento em formato digital pode acessar o aplicativo com sua senha de quatro dígitos e habilitar a biometria. Ainda assim, se necessário, é possível continuar usando a chave de acesso. Para desativar a opção de acesso com digital, basta abrir o menu lateral, tocar em Configurações e desmarcar a opção Biometria.
Depois que a validação da CNH Digital foi liberada para os smartphones — o que elimina a necessidade de ir até o Detran —, o número de motoristas que aderiram ao formato cresceu rapidamente e já alcança 1,5 milhão de pessoas em todo o país. Além da CNH, é possível acessar pelo app a versão eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVe). O documento traz informações sobre o ano do último licenciamento, o que permite ver a data de pagamento das taxas de liberação do veículo para circulação.
Por: TNH1

Reforma da Previdência: 10 perguntas e respostas para entender o que muda


A proposta de reforma da Previdência apresentada na quarta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro traz uma série de mudanças no sistema previdenciário e na forma com que o brasileiro lida com a aposentadoria. Porém, ela tem um longo caminho pela frente para começar a valer.

Veja dez respostas sobre o que vai mudar com a reforma :

A reforma já está em vigor?
Não. O texto foi apresentado ontem pelo presidente ao Congresso e agora começa a tramitar. 
A Câmara avalia a matéria primeiro, onde passará por comissões e depois por dois turnos de votação, depois, o texto vai para o Senado onde passará por procedimento semelhante. Para ser aprovada, é preciso que ⅗ dos deputados e senadores aprovem a medida (308 na Câmara e 49 no Senado).
Enquanto o texto não for aprovado pelas duas casas, nada muda. As regras para aposentadoria hoje são as que já estavam vigentes antes do envio do texto.
Quais são as principais mudanças nas aposentadorias?
O governo pretende fixar uma idade mínima para que os trabalhadores se aposentem. Ao determinar os 62 anos para as mulheres e os 65 anos para os homens, a ideia é que as pessoas passem mais tempo no mercado de trabalho e contribuam mais para sustentar o regime previdenciário.
Além disso, a reforma aumentou o tempo mínimo de contribuição, a chamada carência, de 15 anos para 20 anos de recolhimento.
O que é direito adquirido?
Quem já tem os requisitos para se aposentar hoje, seja na regra por tempo de contribuição ou por idade tem o chamado direito adquirido. Nesse caso, mesmo que a reforma for aprovada, o trabalhador tem direito às regras atuais e, quando pedir sua aposentadoria, poderá escolher qual é a melhor regra e isso vale tanto para a forma de acesso quanto para o cálculo da aposentadoria. 
O mesmo vale para quem completar os requisitos para se aposentar durante a tramitação da reforma.
Hoje, podem se aposentar sem idade mínima homens com 35 anos de contribuição para o INSS e mulheres com 30 anos. Na regra por idade, o piso mínimo são 65 anos de idade para os homens e 60 para mulheres, além de 15 anos de contribuição.
Devo me aposentar já?
Depende. O ideal é que o segurado procure um especialista para fazer as contas de quanto receberia hoje e simule o valor de sua aposentadoria no futuro para ver qual é a regra mais vantajosa.
A aposentadoria é um benefício vitalício, ou seja, não dá pra desistir caso seja muito baixa. Por isso, é importante pensar antes de sair correndo para pedi-la.
Para quem não tem os requisitos para pedir o benefício, nem adianta ir ao posto, porque a aposentadoria será negada.
Como ficará o valor das aposentadorias?   
Depois da aprovação da reforma, o cálculo dos benefícios vai seguir uma fórmula única: 60% do valor do salário de contribuição mais 2% a cada ano, após os 20 anos mínimos de contribuição.
Ou seja, se um trabalhador se aposentar com 30 anos de contribuição, terá direito a 80% do salário que contribuiu durante sua vida laboral.
A reforma acaba com a aposentadoria pelo fator previdenciário, fórmula aplicada nas aposentadorias por tempo de contribuição. A outra fórmula de cálculo para aposentadorias, o 86/96, que visa aposentadoria integral para quem atingir esses requisitos também deve acabar.
Isso significa que o valor do meu futuro benefício será menor?
Depende. Isso porque há uma outra mudança na regra dos salários. Hoje, para chegar no valor da aposentadoria o INSS considera os 80% melhores salários desde julho de 1994, quando o Plano Real passou a valer.
A reforma vai calcular o salário de contribuição com uma média aritmética simples. Ou seja, todos os salários passam a contar, inclusive os mais baixos, e isso pode baixar o valor da aposentadoria.
Para trabalhadores que recebem salários próximos ao mínimo, a mudança não deve trazer alterações.
Alguém vai conseguir receber aposentadoria integral depois da reforma?
Sim, desde que tenha 40 anos de contribuição. A regra da reforma permite inclusive que quem trabalhar mais de 40 anos, ganhe mais que os 100% da aposentadoria. Se um trabalhador ficar no mercado por 42 anos, por exemplo, vai receber 104% do seu salário de benefício.
Como vai funcionar a regra de transição?
Haverá três tipos de transição para segurados que estão hoje no mercado visando a aposentadoria por tempo de contribuição. 
Por idade mínima progressiva: Nesse caso, será fixada uma idade de 56 anos para as mulheres e 61 para os homens. A um ano, a idade para se aposentar sobe meio ano
Por pontos: A regra 86/96, usada para o salário integral, será aproveitada aqui, porém sem dar direito aos 100%, apenas como regra de acesso à aposentadoria. Será necessário chegar na soma de 86 pontos, no caso das mulheres, e 96, no caso dos homens. A regra também é progressiva, e sobe um ponto a cada ano até chegar nos 100 pontos para mulheres e 105 para os homens
Pedágio: será restrita aos segurados que estão há dois anos de conseguirem se aposentar por tempo de contribuição. Ou seja, mulheres com 28 anos de contribuição e homens com 33 anos. Para conseguir a aposentadoria, que terá desconto do fator previdenciário, será necessário pagar um pedágio de 50% do tempo que falta se aposentar. Ou seja, contribuir por mais 50% do tempo que falta para conseguir a aposentadoria hoje.
Os segurados que vão se aposentar por idade também tem uma transição. Nesse caso, a idade para os homens não vai mudar, pois já é de 65 anos hoje. No caso das mulheres, vai sair dos 60 anos, vigentes hoje, e subir seis meses de idade a cada ano passado até chegar aos 62 anos.
A transição também visa a carência, que vai subir dos 15 para os 20 anos. Esse tempo também sobe seis meses a cada ano passado, até chegar nos 20 anos.
Sou aposentado, alguma coisa muda no meu benefício?
Não. A reforma altera regras para quem irá se aposentar.
Porque o governo quer alterar todas essas regras de aposentadoria?
A medida é para combater o rombo nas contas públicas deixado pela Previdência. No Brasil são os trabalhadores da iniciativa privada que bancam os aposentados com as contribuições que fazem à Previdência. Quando o gasto é maior que o valor das contribuições o governo precisa “inteirar” a conta, o que causa o rombo.
Em 2018 esse buraco subiu 8% em 2018, chegando a 290,2 milhões de reais.
A estimativa no Ministério da Economia é que a medida economize, em 10 anos, mais de 1 trilhão de reais aos cofres públicos.  
Por: TNH1

 
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