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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Ato leva milhares de pessoas às ruas de Maceió nesta sexta-feira




Milhares de pessoas se concentraram, na tarde desta sexta-feira (28), na Praça Centenário, em Maceió, para protestar contra as reformas Trabalhista e Previdenciária propostas pelo Governo Michel Temer. Com faixas, bandeiras, cartazes e muitos gritos de ordem, sindicalistas e membros da sociedade civil pediram respeito aos trabalhadores brasileiros. 
Segundo o Centro de Gerenciamento de Crises da Polícia Militar, a concentração do ato reuniu 5 mil pessoas na capital alagoana. Depois, essa estimativa subiu para 10 mil. Já de acordo com os líderes sindicais, esse número chegou a 20 mil. 
Da Praça Centenário, os manifestantes saíram em caminhada pela cidade em direção à Praça dos Martírios, no Centro de Maceió.
Com bom humor, população protestou contra as reformas do governo
FOTO: EDUARDO ALMEIDA

Com apoio do Governo em incentivos fiscais, empresa Duratex vai investir 1,1 bilhão em AL

Secretário Helder Lima destaca que implantação da Duratex vai estabelecer um antes e depois no vetor econômico de Alagoas



























O Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes) aprovou na noite de quinta-feira (27) a concessão de incentivos fiscais previstos no Programa de Desenvolvimento Integrado (Prodesin) para instalação de mais uma indústria em Alagoas. Dessa vez, foi garantida a vinda da gigante Duratex, com um investimento de R$ 1,1 bilhão e geração de 460 empregos diretos.

A Duratex, que se uniu em Alagoas à Usina Caeté em 2014, já tem 6 mil hectares de eucalipto plantados no Estado e deverá instalar sua unidade fabril para produção de painéis em MDF e MDP em 2019. Em seu pleno funcionamento, a unidade terá capacidade de produção de até 400 mil m³.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Helder Lima, a aprovação do investimento deverá formar um novo cenário no setor produtivo.

“A chegada concreta da Duratex vai estabelecer um antes e depois no vetor econômico de Alagoas. Com a implantação de uma indústria de beneficiamento de eucalipto, produzindo placas de MDF e MDP, abrimos portas para a consolidação da cadeia produtiva de móveis, um mercado importante que promove grande geração de emprego e renda, além de diversificar a economia do estado”, afirmou Helder Lima. 

Além da concessão do benefício para a Duratex, foi aprovada durante o Conedes a migração da empresa Ultraplast Indústria e Comércio para a nova sistemática do Prodesin. Com a modernização, a nova sistemática do programa oferece vantagens às empresas instaladas em Alagoas, como a redução de 92% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída dos produtos industrializados.


 Agência Alagoas

Rodovias no interior do Estado são bloqueadas por manifestantes

MST participa de bloqueio em rodovia no interior de Alagoas   (Crédito: PRF)


Diversos pontos de rodovias federais em Alagoas foram fechados no início da manhã desta sexta (28), segundo confirmou a Polícia Rodoviária Federal.
Os bloqueios são realizados por trabalhadores do Movimento Sem Terra (MST), devido à greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária, do Governo Federal.
Na Capital, trabalhadores bloquearam trechos da Avenida Durval de Góes Monteiro e Avenida Fernandes Lima, principais vias que ligam os bairros da parte alta ao Centro, e os ônibus pararam de circular.
De acordo com a PRF, já estão bloqueadas:
BR-316 - km 267, em Satuba;
BR-423 - km 101, entre Delmiro Gouveia e Paulo Afonso;
BR-104, em Murici;
BR-101, em Flexeiras.
Há informações ainda não confirmadas sobre bloqueios em União dos Palmares e Teotônio Vilela.
O MST informou, por meio da assessoria de imprensa, que ainda faz o levantamento dos pontos de rodovias bloqueados nesta sexta.
De acordo com a integrante da coordenação nacional do MST, Débora Nunes, a participação dos trabalhadores sem terra nas manifestações tem como objetivo protestar contra as alterações nas leis que afetam a categoria.
Ela afirma que a reforma tira a aposentadoria especial de trabalhadores do campo, além de aumentar idade e tempo de contribuição para homens e mulheres das categorias em geral. “Estamos aqui para reivindicar e resistir à intensiva do governo Temer. Aqui em Alagoas, além do fechamento de rodovias do Alto Sertão a Maragogi, em Maceió nos somamos aos atos para fazer essa denúncia e dialogar com a sociedade sobre as consequências dessas reformas”, defende.


TNH1

Sinteal fecha Avenida Fernandes Lima em protesto contra as reformas do Governo




O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) fechou, na manhã desta sexta-feira (28), as três vias da Avenida Fernandes Lima, no sentido Farol-Centro, como forma de lutar contra as Reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo Governo Temer. A ação faz parte da Greve Geral, movimento nacional marcado por paralisações de órgãos e instituições públicos e privados, bem como caminhadas e carreatas. 
Gazetaweb se deslocou até o Cepa, onde conversou com representantes do Sinteal. Segundo a vice-presidente da entidade, Célia Capistrano, o movimento está ativo e as pessoas estão participando e indo à luta. "Somos contra os desmandos desse governo golpista, que tenta abocanhar os direitos da classe trabalhadora, conquistados com o suor de muitos. Vamos passar o dia inteiro na luta para chamar a população de Alagoas". 
A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) e o Gerenciamento de Crises da Polícia Militar foram acionados ao local, para o controle do fluxo de veículos e possíveis negociações com os manifestantes para liberação da via. 
Também se unem à categoria da Educação, trabalhadores rurais ligados ao Movimento Via do Trabalho. O presidente da entidade, Marcos Antônio da Silva, informou que os protestantes ficam no local até as 13h, quando todos seguem para Praça do Centenário, onde vão organizar a caminhada até o Centro. 
Sinteal interdita avenida em protesto contra a Reforma Trabalhista
FOTO: LARISSA BASTOS





















BRASKEM
Na Braskem, no Pontal da Barra, a pista não foi fechada, mas os trabalhadores se reuniram na porta da empresa para marcar a paralisação. De acordo com o Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos nos Estados de Alagoas e Sergipe (Sindipetro AL/SE), cerca de 90% dos funcionários pararam os serviços. 
"A expectativa é de um dia histórico para a nossa classe contra esse pacote de reformas do governo. O dia é justamente para aumentar a consciência e estamos com um movimento muito forte nas fábricas, nas estradas, nas universidades. Mas a consciência vai vir mesmo no dia a dia, quando essas reformas começarem a afetar de perto", disse o presidente da entidade, Paulo Roberto dos Santos.
Além do Sindipetro, também participam do ato o Sindicato dos Metalúrgicos, professores e estudantes.               
Trabalhadores se reuniram na porta da empresa para lembrar greve geral
FOTO: LARISSA BASTOS
         



















GREVE GERAL 


Em Alagoas, mais de 20 categorias aderiram ao movimento grevista. Ao todo, as áreas de Transporte e Educação, além dos bancos, Detran (Departamento Estadual de Trânsito), Correios, Rodoviários, Aeroviários, Seguridade Social e outros param as atividades contra as Reformas Trabalhista e da Previdência propostas pelo Governo Temer. 


GazetaWeb.com

Hoje é dia de gritar contra a covardia



























Ninguém minimamente informado haverá de imaginar que o Brasil vai parar pra valer nesta sexta-feira.
Mas a mobilização de hoje, acima de qualquer coisa, é um grito contra a covardia, aquela que nos mantém perplexos diante de medidas cujas consequências não nos são muito claras ainda e nos soam unicamente cruéis.
A covardia é nossa, também, porque reclamamos e apontamos para o buraco onde nos meteram e assumimos a culpa pelo que fizeram conosco, sem ao menos levantar o braço para bradar: “Parem!”.
Reforma trabalhista com mais de 13 milhões de desempregados é, sim, de uma covardia inaceitável.
Reforma da Previdência com números suspeitos, nascidos dentro dos gabinetes em que se planeja e se decreta a miséria da nação é, acima de tudo, um ato de covardia, porque de força ante um Congresso Nacional que vive de joelhos, a catar as migalhas espalhadas pelo Palácio do Planalto.
Nem ao menos dividir o ônus da crise com quem nela se refestela, em lucros imorais como só o capital preguiçoso é capaz de oferecer, eis a maior de todas as covardias em um país campeão de injustiças sociais.
Estas são obras de um presidente sem voto, que diz não temer o julgamento popular e que só faz aquilo “que é necessário”.
Para quem?
O Brasil não verá hoje manifestações da mesma dimensão daquelas de junho de 2013, o mais rotundo não que a parte apodrecida da elite política foi obrigada a ouvir.
E se ali nós rompemos a barreira que nos prendia a um silêncio covarde, submisso, hoje temos a chance de mostrar que ainda estamos vivos.
Ou será isso, ou, de novo, nos renderemos à covardia.

Por Ricardo Mota/tnh1.com.br
 
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