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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Educação divulga resultado do concurso de remoção para professores

Relação com nomes dos aprovados pode ser visualizada no site do Diário Oficial


Texto de Luana Santana

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) divulgou, nesta terça-feira (24), no Diário Oficial do Estado (DOE), o resultado final do concurso de remoção para professores da Rede Estadual de Ensino. A relação com os nomes dos aprovados pode ser visualizada no site do Diário Oficial (www.doeal.com.br) e também na página da Secretaria de Estado da Educação (www.educacao.al.gov.br).

O concurso de Remoção é um processo que possibilita a transferência do educador de uma Gerência Regional da Educação (Gere) para outra, visando facilitar seu acesso para a unidade escolar de sua preferência. As inscrições ocorreram no período de 2 a 8 de janeiro, em qual os candidatos puderam escolher até cinco opções de lotação de escola, indicando a ordem de sua preferência. 

Participaram do concurso apenas professores efetivos no exercício de suas funções. Professores em estágio probatório ou que estavam em licença médica ou readaptação de função não puderam participar.

Fonte: Agência Alagoas

Febre amarela: ministro pede que população de áreas afetadas busque vacina


O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse hoje (24) que a maior preocupação do governo quanto ao surto de febre amarela é que a população das áreas afetadas seja vacinada, para bloquear o avanço da doença. “As vacinas estão sendo entregues nas áreas de controle e de bloqueio e esperamos que a população procure o mais rápido possível a vacinação e que as vigilâncias dos estados façam uma busca ativa de pessoas que moram em regiões mais afastadas”, disse Barros, em entrevista ao programa Nos Corredores do Poder, da TV Brasil.

Segundo o ministro, a surto se mantém concentrado em Minas Gerais. Porém, já há registros da doença no Espírito Santo, na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. Ao todo, foram notificados 421 casos suspeitos da doença, sendo 87 mortes. Do total, 391 pacientes estão concentrados em Minas Gerais.

Ao todo, o Ministério da Saúde enviou 4,6 milhões de doses extras da vacina contra a febre amarela a Minas Gerais e aos estados com regiões limítrofes à área do surto. De acordo com Barros, o estoque de vacinas do governo é o suficiente para conter a doença. “Temos um estoque bastante elevado de vacina, o Brasil é exportador de vacina da febre amarela. Não temos problema com o fornecimento”.

Barros disse que há uma vigilância quanto à possibilidade de casos urbanos da doença, porém, é improvável que o Brasil tenha este tipo de transmissão da febre amarela. A doença pode ser transmitida por mosquitos silvestres em áreas rurais ou, em zonas urbanas, pelo Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a zika, porém, desde 1942 este tipo de contágio não é registrado no Brasil.

Imunização

A vacina está disponível em todos os estados brasileiros gratuitamente nos postos de saúde. De acordo com o ministério, o produto é eficaz e seguro. As crianças devem receber uma dose  aos nove meses e um reforço aos 4 anos. Para quem não tomou as doses na infância, a orientação é de uma aplicação e um reforço dez anos depois. As orientações são apenas para pessoas que vivem em reigões de recomendação ou  quem vai visitar estas regiões.

Sintomas

Os sintomas iniciais da doença são febre de início súbito, calafrios, náuseas, vômitos, fadiga, fraqueza e dores de cabeça, nas costas e no corpo em geral. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, insuficiência de  órgãos. Entre 20% e 50% das pessoas que desenvolvem a doença grave podem morrer. A febre amarela pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

Fonte: Agência Brasil

Janot pede ao Supremo urgência para definir novo relator da Lava Jato


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu hoje (24) ao Supremo Tribunal Federal (STF) urgência na decisão sobre a escolha do relator das ações da Operação Lava Jato. Com a morte do ministro Teori Zavascki, a Corte busca internamente uma solução para o impasse. Não há data para que uma decisão seja tomada. O STF está em recesso e os trabalhos devem ser retomados na semana que vem.
Ontem (23), a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, começou a fazer consultas informais em busca de uma solução consensual. Além de procurar alguns ministros informalmente, Cármen foi ao gabinete de Teori conversar com servidores e os juízes auxiliares do ministro sobre o andamento do processo de homologação das delações de executivos da empreiteira Odebrecht. Segundo os auxiliares, a análise dos depoimentos está avançada. Teori estava prestes a homologar os depoimentos. A decisão estava prevista para fevereiro.
Mais cedo, Cármen autorizou os juízes auxiliares de Zavascki a retomarem a partir de hoje os procedimentos formais para que as delações de executivos da empreiteira Odebrecht sejam homologadas.
Com a morte do ministro, o trabalho dos juízes auxiliares e dos funcionários com os documentos da Odebrecht foi suspenso, já que eles executavam as tarefas com autorização delegada por Teori. Após o trágico acidente, a delegação para executar os trabalhos cessou, o que impede a continuidade da análise.

Fonte: Agência Brasil

Sites da Copeve e da Ufal estão fora do ar por problemas técnicos


O site da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), assim como o da Copeve, estão fora do ar deste a tarde dessa segunda-feira (23), em virtude de problemas com fibras ópticas que fazem a conexão de sistemas da Universidade com a internet.

Segundo a Ufal, o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) está, no momento, tentando resolver a situação, mas não há previsão de retorno. 

Fonte: Ascom Ufal


Boleto bancário poderá ser pago em qualquer instituição após vencimento

A forma como milhões de brasileiros pagam suas contas começa a mudar a partir de março. Alvo de fraudes milionárias nos últimos anos, os boletos bancários vão ficar mais modernos. O benefício mais visível para o cliente será a possibilidade de pagamento em qualquer banco mesmo após a data de vencimento.

Por trás da inovação, está um projeto da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que fará com que todos os boletos passem a ser registrados em uma única plataforma até o fim do ano. A nova forma de cobrança também mudará a forma como empresas e instituições financeiras organizam os pagamentos. 

O número de boletos emitidos no país chegou a 3,7 bilhões em 2015. A movimentação chamou a atenção de quadrilhas que se especializaram em fraudar os documentos. Sem o registro, o banco só toma conhecimento da emissão do boleto quando o documento bate na compensação, o que facilita a ação dos criminosos. No ano passado, o volume de recursos desviado com o golpe chegou a R$ 320 milhões, de acordo com dados preliminares da Febraban.

Com o novo sistema, a empresa que emitir uma cobrança precisa enviar os dados para o banco, que alimenta a plataforma. No momento do pagamento, os dados do código de barras serão comparados com os registrados no sistema. "Se as informações não estiverem na base, ou o boleto foi fraudado ou não foi registrado", afirma Walter de Faria, diretor-adjunto de operações da Febraban.

A nova plataforma também deve evitar outros problemas recorrentes envolvendo boletos, como o erro no preenchimento de informações e o pagamento de títulos em duplicidade, segundo Faria. As mudanças ocorrerão de forma gradual. Em março, entrarão no sistema os boletos com valor acima de R$ 50 mil. Dois meses depois, as faturas a partir de R$ 2 mil passarão a ser registradas. O cronograma se estende até dezembro, quando 100% das cobranças devem estar na plataforma.

O processo de adaptação dos sistemas de bancos e empresas emissoras corre bem e não deve haver atrasos, segundo o executivo. Originalmente, o sistema estava previsto para entrar em operação no início deste ano.

Embora o registro não seja obrigatório, Faria espera que a adesão seja ampla, já que os títulos que não estiverem na plataforma só poderão ser pagos no banco ao qual estão vinculados. "Além disso, os fraudadores provavelmente vão monitorar as empresas que decidirem operar o sem registro", afirma.

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A perspectiva da entrada no novo sistema de cobrança ainda não inibiu as quadrilhas especializadas no chamado "golpe do boleto". "A percepção é que houve uma migração recente da fraude de pessoas físicas para organizações maiores", afirma Fernando Carbone, diretor da Kroll, consultoria de riscos que tem sido contratada por empresas lesadas com o golpe. Carbone diz que a soma de recursos desviados de clientes nos últimos meses foi de aproximadamente R$ 21 milhões.

Em geral, a fraude ocorre com um vírus instalado no computador do pagador do boleto. Mas as quadrilhas também se especializaram em encontrar falhas na página da internet ou e até em obter informações com funcionários da empresa emissora do boleto, segundo o diretor da Kroll.

Além de dificultar a ação dos golpistas, o registro dos boletos na plataforma vai mudar o cotidiano de uma série de companhias. A principal preocupação é com o aumento de custos. O valor da cobrança registrada vai depender da negociação com os clientes, mas a tendência é que seja maior do que o sistema atual. "Os bancos podem negociar um valor menor no registro e compensar com uma tarifa nos títulos que forem liquidados", diz Eduardo Morishita, gerente de Produtos do Bank of America Merrill Lynch (BofA).

Os impactos da mudança serão diferentes dependendo da forma que cada empresa realiza sua cobrança. Entre os segmentos mais afetados está o de comércio eletrônico. Com o novo sistema, quando um consumidor optar por fazer uma compra com boleto, o documento precisará antes passar pelo sistema do banco. Hoje, esse processo é feito de forma automática pelo site.

As vantagens do novo sistema, porém, devem mais do que compensar a mudança no procedimento, segundo Dênis Corrêa, gerente-executivo da diretoria de soluções empresariais do Banco do Brasil. No BB, além de o sistema permitir a emissão e o registro do boleto de forma simultânea durante a compra, o processamento da operação será feito em 30 minutos, contra um dia que a loja precisa esperar hoje para saber se o boleto foi pago e despachar o pedido. "Trata-se de um benefício tremendo para o comércio", diz.

Quem também deve mudar a forma de atuação em consequência da mudança são as entidades que se valem da emissão de boletos como forma de arrecadar recursos, como as ONGs, associações e igrejas. Como a maioria dos títulos não é paga, o custo do registro pode não valer a pena.

De forma indireta, o novo sistema de cobrança de boletos pode afetar até a competição bancária. Com a possibilidade de pagamento de boletos vencidos em toda a rede, instituições de menor porte devem ganhar maior competitividade em serviços prestados a empresas. "Com a mudança, cai por terra o argumento de que as empresas precisam de um banco com rede de agências em cash management [gestão de caixa]", afirma Annali Duarte, diretora dos negócios de transações bancárias.

Fonte: Valor Econômico
 
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