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Alunos do 1º ao 5º período da UFAL Campus Sertão, denunciaram a falta de professores em algumas matérias do curso de História e Geografia.

Na semana passada, os calouros (1º período) dos cursos de História e Geografia, mal começaram a estudar e já foram dispensados por falta de professores.

“No segundo dia já fui informado que aula só na semana seguinte”, afirmou aluno.
Alunos do 3º período de história também sofreram com a ausência de professores na primeira semana.

Para os alunos do 4º período do curso de história a situação é ainda mais crítica, pois devido à falta de professor foram reprovados em uma matéria do 3º período.

“Por motivos de saúde ficamos sem um professor na metade do 3º período, já tínhamos realizado a AB1 e entregado alguns trabalhos. A universidade não providenciou o substituto a tempo e com isso fomos reprovados pelo sistema. Isso não é justo”. Afirmou um aluno do 4º período.

No 5º período a situação não foi diferente das 5 matérias, compareceram apenas 2 professores.

“Essa situação é complicada, os professores não apareceram, ninguém informou quando e quem vai dar aula”. Declarou aluno do 5º período do curso de História”

O Blog entrou em contato por e-mail, com o diretor do Campus e a coordenação do curso de História. O coordenador do curso de história, Profº.: José Vieira, falou sobre a matéria.

“Penso que o exercício da liberdade de imprensa e o direito da livre manifestação são essenciais à construção de um Estado (e de uma sociedade) democrático. Neste sentido, considero importante o trabalho livre da imprensa e a espontânea manifestação da sociedade, no caso a comunidade acadêmica do Campus do Sertão/UFAL.

Sobre a matéria em tela “Alguns alunos dos cursos de História e Geografia procuraram o blog www.ferreiradelmiro.com para reclamar a ausência de professores”, na condição de coordenador de um dos cursos mencionados, gostaria de fazer alguns esclarecimentos.

Os alunos do Curso de História até essa data, inclusive o presado blogueiro que também nos honra na condição de aluno, não encaminharam nenhuma demanda a respeito da ausência de professores neste semestre letivo à coordenação do Curso.

Esta coordenação não dispensou, na primeira semana e nem em nenhuma outra semana de aula, nenhum aluno pelo motivo apontado.

Em relação aos alunos do 1º e do 2º período, independente do curso, em razão da estrutura pedagógica adotada pela UFAL, eles ficam sob a responsabilidade de outras coordenações: Coordenação do Tranco Inicial, no caso dos alunos do primeiro período, e Coordenação do Eixo Educação, sob a responsabilidade do Curso de Pedagogia, no caso dos alunos do 2º período dos cursos de licenciatura.

Contudo, quando recebemos o encaminhado de alunos do 1º e do 2º período, reencaminhamos a demanda a coordenação ou setor competente.

Em relação aos alunos do atual 4º período do Curso de História, uma das disciplinas do 3º período, pendente em razão de um problema de saúde do docente responsável, eles deverão ter a situação regularizada, conforme orientação da UFAL, após a contratação de professor substituto, já aprovado em seleção pública, que deverá ministrar a disciplina no período de inverno. Informação já transmitida, em sala de aula, pela coordenação aos alunos presentes.

A UFAL, no processo de expansão e de interiorização, atravessa um momento de reestruturação dos cursos e de qualificação de seus quadros. Neste último caso, através do afastamento para doutorado de alguns de seus docentes.

No caso do Curso de História, o afastamento para doutorado, de dois docentes, demandou a realização de uma seleção pública de professores substitutos, já aprovados, que aguardam a efetivação do processo de contratação.

A este respeito, informo que esta coordenação mantém permanente contato com a Direção do Campus visando acompanhar a tramitação dos referidos processos de contratação. Desta forma, alimentamos a expectativa que em breve as disciplinas relacionadas aos dois docentes, afastados para cursos de doutorado, sejam assumidas pelos professores substitutos que aguardam contratação pela administração da UFAL.

Os docentes, obedecendo às normas e o calendário aprovado pela UFAL, têm autonomia para organizarem o planejamento de suas disciplinas, inclusive eventuais ausências e respectivos planejamentos para reposições no semestre letivo. Os casos omissos, quando encaminhados à coordenação e devidamente comprovados, são submetidos a apreciação do Colegiado do Curso para providências.”

O Diretor do Campus não respondeu o e-mail até o fechamento da matéria. 


Da redação
Moradores de alguns bairros procuraram a reportagem do portal Radar 89 para reclamar novamente às más condições da água fornecida pelo Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) em Delmiro Gouveia. Segundo os moradores o líquido precioso ainda continua com mau cheiro e amarelada.

A moradora Erica Bezerra do Campo Grande diz que a água está chegando com cor escura e com cheiro de peixe.

As reclamações continuam com a moradora do Conjunto Habitacional Vila 25, Vanessa Maier, “Á água está horrível, cheguei até adoecer  e para piorar, está faltando o líquido aqui no bairro”.

A moradora Roberta Lima do Bairro Chacára São Vicente também reclama dizendo: “Aqui na Chacara São Vicente já tem umas duas semanas, que está com cheiro de peixe, de carniça mesmo, e de cor amarelada e as vezes escuras, sem falar do mau cheiro…. horrível, porém a conta sempre chega na data certa”

As reclamações não param e o jovem Eris Brito diz: “Olá bom dia pra geral !!! que fazem partem desse site, queria deixar aqui uma reclamação sobre a casal de delmiro, a água aqui no eldorado tá meia amarelada e com cheiro de peixe,ontem nem fui trabalhar passei mal e fui para na upa”.

Procuramos entrar em contato com os funcionários da Casal, porém não conseguimos êxito.

Fonte Radar89.com.br
Por Ricardo Mota
O professor Eurico Lobo não vai disputar as eleições para reitor da Ufal, que acontecerão até setembro deste ano.
Ele comunicou a sua decisão, tomada “por motivos particulares”, na semana passada, em reunião com outros dirigentes da Universidade Federal de Alagoas.
Lobo, no entanto, já lançou um nome à sua sucessão: o da vice-reitora Rachel Rocha, que integra o mesmo grupo de política acadêmica que ele lidera atualmente.
É bom lembrar que os últimos pleitos da Ufal não são exatamente motivo de orgulho para a comunidade acadêmica. Ataques até mesmo de natureza pessoal fizeram parte de um cardápio indigesto e lamentável.
Espera-se que o clima de ódio e baixaria das redes antissociais não contamine ainda mais a disputa, principalmente nesses tempos de infantilização crescente de adultos escolarizados.
Fonte tnh1

Gabriela Flores

O Programa de Extensão Interdisciplinar Pró-Idoso  (Peipi), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), está com inscrições abertas para Monitoria no Projeto de Extensão “Universidade Aberta à Terceira Idade da Uncisal – Uncisati”.

As inscrições podem ser efetuadas na Proext até o dia 17 de abril, sempre das 9h às 13h às 16h. Serão ofertadas 50 vagas aos estudantes dos cursos de Graduação das Instituições de Ensino Superior do Estado de Alagoas que estejam cursando do 2º ao 8º período.

Uncisati

A Universidade Aberta à Terceira Idade da Uncisal é pioneira no Estado de Alagoas, iniciando suas primeiras turmas em agosto de 2006. Oferece anualmente aproximadamente 300 vagas distribuídas entre o curso “Envelhecimento Ativo” e diversas Oficinas terapêuticas e de capacitação.

A Uncisati tem como objetivo desenvolver ações com ênfase na reintegração social, através de atividades de educação, cultura e lazer, interagindo com outros setores da sociedade, contribuindo para a qualidade de vida de participantes acima de 50 anos.
  
SERVIÇO
 Período de Inscrições
                                                          
Até 17/04/2015                               

Resultado

25/04/2015                                       

Primeira reunião com monitores

31/04/2015                                       

Outras informações pelo telefone 3315-6724. Outras informações no sitewww.uncisal.edu.br

Agência Alagoas

Por Jamylle Bezerra
Comprar pão em Alagoas vai ficar mais caro a partir do mês de abril. O aumento dos custos para produção do produto vai resultar em uma alta final de 8% a 10% para o consumidor. Em menos de um ano, essa é a segunda vez que o pão tem o preço reajustado. 

De acordo com o diretor do Sindicato dos Panificadores de Alagoas, Alfredo Dacal, os motivos para o aumento estão diretamente ligados à alta do dólar, que reflete na importação do trigo, que é importado da Argentina e do Canadá. 

Os gastos com energia elétrica e o aumento dos salários dos padeiros – ocorrido no mês de janeiro – também são apontados como causas para o reajuste do preço dos pães e de outros derivados do trigo, como bolachas e bolos. 

“O reajuste vai ficar em torno de 8% a 10%, a depender de cada panificação. Essa foi uma decisão da categoria por conta do aumento das despesas fixas”, diz Alfredo Dacal, ressaltando que a alta vai acontecer em todo o país. 

Segundo ele, atualmente, o preço do quilo do pão oscila em Alagoas entre R$ 7,50 e R$ 10,50. Com o reajuste, o valor pode chegar a R$ 11,55. O último aumento no preço do pão no estado aconteceu em julho do ano passado. 

Além dos reflexos para o bolso do consumidor, a crise financeira também tem feito com que o setor demita mais. De acordo com Dacal, não há uma média estimada do quantitativo de demissões ocorridas nas panificações nos últimos meses, mas elas são uma realidade. “As demissões estão acontecendo por conta da crise no setor”, destaca.

Em Alagoas, existem cerca de 2 mil padarias cadastradas, das quais aproximadamente 900 ficam situadas na capital. Apesar do aumento anunciado, o diretor do sindicato faz questão de destacar que o estado continua comercializando o pão a um preço abaixo do que pode ser encontrado em outros estados.

gazetaweb.com
Atenção, concurseiros! Está cada vez mais próxima a publicação de editais para o Tribunal de Justiça de Alagoas. Duas comissões mistas, formadas por magistrados e servidores, estão elaborando as regras para os certames. Serão ofertadas 30 vagas para juiz substituto e ainda não há uma definição para cargos de nível médio e superior. Mas há a carência de 300 servidores no 1º grau.

De acordo com a Diretoria de Comunicação do tribunal, o concurso em estágio mais avançado é o de juiz substituto. O contrato com a Fundação Carlos Chagas já foi assinado e a expectativa é que o edital seja publicado até o final do mês de abril. O último concurso para esse cargo teve início em 2008 e foi concluído em 2010, com a oferta de 15 vagas.

O segundo edital não tem data definida para publicação. O Tribunal de Justiça ressalta que, embora a carência seja de 300 servidores no primeiro grau, não necessariamente será este o número de vagas do concurso. Serão disponibilizadas oportunidades apenas para os níveis médio e superior. Não há definição dos cargos que serão ofertados.

O último concurso para servidores foi iniciado em 2012 e concluído em 2013. Foram 90 vagas para nível médio no 1º grau (auxiliar judiciário); 20 vagas para nível médio no 2º grau (técnico judiciário); e 64 vagas para nível superior, com atuação no segundo grau.

CONFIRA O QUE DIZ O TJ SOBRE NOVOS CONCURSOS:

1 – Quantas vagas devem ser ofertadas para o cargo de juiz substituto? Qual a previsão de divulgação do edital?

Serão cerca de 30 vagas para juiz substituto. A previsão é que o edital seja publicado até o fim de abril.

2 – Qual a carência atual de juízes em Alagoas?

Faltam aproximadamente 30 juízes.

3 – Quantos e quais outros cargos devem ser ofertados? Qual a previsão de divulgação de edital?

O concurso para servidores ainda não está em fase de elaboração muito avançada, não podemos responder essas perguntas no momento.

4 – Deve haver vagas para os três níveis (fundamental, médio e superior)?

Haverá vagas apenas para os níveis médio e superior.

5 – Qual a carência atual de servidores no TJ?

Há carência de cerca de 300 servidores no primeiro grau do Judiciário. (Mas não necessariamente esse será o número de vagas ofertadas).

6 – Quando foram realizados os últimos concursos para juiz e para os demais cargos e quantas vagas foram ofertadas?

- O último concurso para juízes substitutos teve 15 vagas. Foi iniciado em 2008 e concluído em 2010.

- O último concurso para servidores foi iniciado em 2012 e concluído em 2013. Foram 90 vagas para nível médio no 1º grau (auxiliar judiciário); 20 vagas para nível médio no 2º grau (técnico judiciário); e 64 vagas para nível superior no 2º grau (analista judiciário especializado, da área de direito e diversas outras).

- O último concurso em que houve vagas para cargos de nível superior no 1º grau ocorreu em 2002 (Escrevente, Escrivão e Oficial de Justiça).

7 – Serão dois concursos distintos? A FCC será a organizadora dos dois?

São concursos diferentes. A FCC já está confirmada para o de juiz, mas o de servidores não tem banca definida.

8 – Qual a atual etapa dos processos seletivos?

Os dois concursos estão em fase de elaboração por comissões compostas por servidores e magistrados. O concurso mais próximo de ser realizado é o de juiz, já que o contrato com a Fundação Carlos Chagas já foi assinado. O concurso para servidores está em fase menos avançada, pois não há banca definida, nem previsão de publicação de edital.

Fonte http://blogsdagazetaweb.com.br/gabaritando
A transposição é uma obra para atender aos empreiteiros. A maioria deles já estão presos pelo escândalo da Petrobras, logo, chegaremos a roubalheira das transposições.

Desde os anos 90, que escrevia no O JORNAL aqui em Alagoas, contra a transposição e pela imediata revitalização do São Francisco. Hoje, o rio está morto, não existe mais o grande caudal, seu leito está vazio, Sobradinho a barragem reguladora de seu fluxo está com apenas 16% de sua capacidade, enquanto a CHESF está deixando de gerar energia, por falta d’água.

Enquanto isso, o Ceará, é o estado do Nordeste que mais tem água, são 12 bilhões de metros cúbicos nos maiores açudes do mundo, fato que não impede que nos entornos desses existam fome, carro pipa, miséria, como existe ao longo dos 3.200 km do São Francisco.

Portanto, não é falta d’água, é falta de políticas públicas para o uso racional da água que secularmente submete um povo inteiro a indigência.


Para termos uma noção do descalabro que impera nessas obras, aqui nas Alagoas, o Estado mais pobre do país, na construção do Canal do Sertão, foram apresentados ao governo anterior, Téo Vilela, três projetos para um trecho: O primeiro sem túnel, o segundo com apenas 200 m de túnel, e o terceiro, com 2 km de túnel. Pasmem, o governo optou por construir 2000 m de túnel, que, em toda engenharia do planeta é o tipo de obra mais cara!!

Por Eliseu Gomes

Em tempo de crise política em Brasília, só mesmo Jesus na causa. Ou Deus na Constituição. 172 deputados federais assinam projeto de emenda constitucional em defesa da mudança do parágrafo único do artigo primeiro da Constituição Federal. A proposta é substituir “povo”, por “Deus”.

Entre esses parlamentares, dois da bancada alagoana: Cícero Almeida (PRTB) e Maurício Quintella Lessa (PR). A autoria é do deputado Cabo Daciolo, do PSOL do Rio de Janeiro.

Como é o texto atual:

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I - a soberania;

II - a cidadania;

III - a dignidade da pessoa humana;

IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V - o pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição .

Como ficará, caso a PEC 12 seja aprovada:

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I - a soberania;

II - a cidadania;

III - a dignidade da pessoa humana;

IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V - o pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana de Deus, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Isso significa que, a partir dessa ideia, os políticos com mandatos serão representantes diretos de Deus e não do povo?

Em tempo: quem sabe, dessa forma, Deus não obrigue seus ‘representantes’ a tomarem vergonha na cara, ética no juízo, e não assaltarem os cofres públicos.

Cada Minuto
Os remédios poderão ficar mais caros a partir desta terça-feira (31) em todo o país. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em até 7,7% o ajuste máximo permitido este ano aos fabricantes na definição do preço dos medicamentos.

A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" desta terça-feira.

A regulação é válida para um universo de mais de 9.000 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, conforme o perfil de concorrência dos produtos.

O nível 1, que tem o maior percentual de reajuste, inclui remédios como omeprazol (gastrite e úlcera); amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias). No nível 2, cujo percentual é de 6,35%, estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). No nível 3, que tem o menor índice de aumento, 5%, ficarão mais caros medicamentos como ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase).

A autorização para reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participações de genéricos. O reajuste segue a lógica de que nas categorias com mais genéricos a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.

O ajuste de preços considera a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e que ficou em 7,7%. Em 2014, o reajuste máximo autorizado foi de 5,68%.

G1

Cerca de 20 municípios já demonstraram interesse em implantar o projeto Cata Mais, de coleta seletiva de resíduos sólidos, elaborado pela Secretaria de Estado do Trabalho e Emprego (Sete). Técnicos da pasta têm movimentado a comissão responsável pela execução do projeto.

Secretaria de Estado do Trabalho e o Instituto Travessia têm debatido desde as dificuldades do processo, seus ajustes, repasse de recursos de uma etapa para outra, até a definição dos municípios que serão atendidos inicialmente. O Cata Mais tem previsão de ser lançado no dia 8 de abril, no Palácio República dos Palmares.

De acordo com o coordenador de Economia Solidária, Beda Diaz, a primeira etapa tem o intuito de cadastrar todos os catadores - dos associados aos que trabalham individualmente. Em seguida, a intenção é capacitá-los para que entendam a vantagem de trabalhar de forma associada.

Nesta primeira fase há ainda o período de adequação da estrutura física dos galpões cedidos pelas prefeituras. Em parceria com o projeto, as administrações municipais receberão maquinário e equipamento para o desempenho do trabalho.

“A finalidade é cadastrar os 2.800 catadores espalhados no Estado para que se associem em cooperativas e gerem renda própria”, completou Beda Diaz. A meta, segundo ele, é fazer o projeto andar com as dez cooperativas já formadas em Alagoas.

“Cada cooperativa tem uma realidade diferente, mas como elas já estão montadas pulam algumas fases iniciais e facilitam a implantação da etapa de execução para que comecem a produzir e gerar renda aos catadores”, emendou o coordenador.

Agência Alagoas

Organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais contrários à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, apresentaram hoje (30) argumentos contra a proposta, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

A PEC consta como único item na pauta da reunião extraordinária da CCJ desta segunda-feira. As organizações defendem que o Estado invista mais em educação e programas de formação profissional para adolescentes e jovens, em vez de reduzir a maioridade penal. Com camisetas e cartazes que pediam mais educação e menos cadeia, integrantes dos movimentos protestaram contra a proposta.

A presidenta do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), Ângela Guimarães, argumentou que os países onde a maioridade penal é abaixo de 18 anos não registraram queda significativa da violência. “Países que têm a experiência de encarceramento de adolescentes com 12, 14 e 16 [anos de idade] demonstram a falência desse tipo de medida e, inclusive, já estão revendo. Quando um jovem cumpre seu itinerário de escola, de acesso a equipamento público de lazer e cultura, de políticas de qualificação profissional, ele só tem a contribuir para a nação”, afirmou.

Ela rebateu a tese de que aumentou a participação de adolescentes nos crimes de homicídio. Segundo dados de 2013 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apenas 4% dos homicídios praticados no Brasil – país que tem uma das maiores taxas de homicídio do mundo – foram cometidos por menores de 18 anos.

Ângela ressaltou que adolescentes e jovens são mais expostos à violência e acabam sendo mais vítimas “do que promotores” da criminalidade. “O Brasil foi denunciado na semana passada, no último dia 20, na Organização dos Estados Americanos [OEA], porque registra a morte de 56 mil pessoas por ano. Destes, 30 mil são jovens entre 15 a 24 anos”, ressaltou.

O representante da Associação Nacional dos Centros de Defesa (Anced), Vitor Alencar, destacou que posicionar-se contra a redução da maioridade não significa defender os crimes contra a vida praticados por alguns adolescentes. “É preciso que se diga que quem defende os direitos de crianças e adolescentes é absolutamente solidário com as famílias que perdem seus entes queridos”, disse ele.

Alencar rebateu afirmações de que não há punição para adolescentes que transgridem a lei. Segundo ele, existe uma sensação difundida na sociedade de que adolescentes não são responsabilizados pela prática de atos infracionais o que, a seu ver, é um equívoco. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece uma série de medidas socioeducativas para jovens em conflito com a lei, entre elas, a prestação de serviços à comunidade, a liberdade assistida e a internação.

Mãe de um adolescente que cumpre medida de internação no Distrito Federal, Viviane Magalhães, integrante da Rede Nacional de Defesa do Adolescente em Conflito com a Lei, também se posiciona contra a redução. Para ela, o envolvimento de adolescentes com o tráfico de drogas é um das portas para entrada no mundo do crime.

“O adolescente sai na porta de casa e olha ao redor uma série de atrativos para o crime. Quando a gente percebe, ele já aparece em casa com um monte de coisas que você não sabe de onde veio, abandona a escola. A gente tem carência de uma escola melhor, de lugar para lazer e de espaços de formação profissional”, defende Viviane.

Desde que foi desarquivada, a PEC 171/93 vem causado debates intensos na CCJ da Câmara. Manifestantes contra e a favor da redução chegaram a bater boca. A deputada Gorete Pereira (PR-CE) é a autora do requerimento que desarquivou a PEC. O relator, Luiz Couto (PT-PB), é contra a admissibilidade do texto.

Até o momento, três deputados apresentaram votos em separado a favor da admissibilidade: Capitão Augusto (PR-SP), Laerte Bessa (PR-DF) e Marcos Rogério (PDT-RO).

“Eu sou a favor da admissibilidade. Se ela vai reduzir para 16 anos e se é para todos os casos, vamos discutir depois. Particularmente, eu defendo aumentar a pena, as medidas socioeducativas previstas no ECA, para crimes de menor potencial ofensivo. Para os casos de crimes hediondos, [eu defendo] diminuir a maioridade”, disse Marcos Rogério à Agência Brasil.

Na semana passada, após encerrar a reunião da comissão sem colocar a proposta em votação, o presidente da CCJ, Arthur Lira (PP-AL), decidiu restringir a entrada nas reuniões da comissão a 15 pessoas de cada lado (favoráveis e contrárias à PEC).

Lira informou ainda que pautará o tema como item único das sessões extraordinárias até que o colegiado delibere sobre a admissibilidade do texto.

Em entrevista à Agência Brasil na semana passada, o secretário nacional de Juventude, Gabriel Medina, disse que a saída para a redução da violência é implementar o ECA efetivamente, e não o recrudescimento das leis.

“Ainda há milhares de crianças e adolescentes que não têm as condições dignas necessárias para o seu desenvolvimento, seja em decorrência da estrutura familiar, seja pela incapacidade do Estado de oferecer políticas adequadas. Embora a situação tenha melhorado muito no país, a gente ainda vê jovens em situação de rua, marcados por uma vida de violência e é claro que essa violência volta.”

Agência Brasil
Os novos membros do Conselho de Administração da Casal para o biênio 2015-2017 foram empossados nesta segunda-feira (30). Eles foram eleitos em assembleia geral extraordinária realizada no dia 25 de março, exceto o representante do Sindicato dos Urbanitários Erivano Cleto Cavalcante, Roberto Barbosa Fernandes e Guilherme Almeida Gonçalves de Oliveira. O colegiado passa a ser presidido pela secretária de Estado da Infraestrutura, Maria Aparecida Machado.

Os membros atuais são os seguintes: Maria Aparecida de Oliveira Berto Machado (Presidente), Wilde Clécio Falcão de Alencar, Erivano Cleto Cavalcante, George André Palermo Santoro, Arnóbio Cavalcanti Filho, Roberto Barbosa Fernandes, Fernando Dacal Reis, Claudio Alexandre Ayres da Costa e Guilherme Almeida Gonçalves de Oliveira.

Agência Alagoas
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (30) estar confiante em relação a um acordo para renegociação da dívida dos estados. Ele fez o comentário ao sair de uma reunião de cerca de uma hora com o presidente do Senado, Renan Calheiros.

“Estou muito confiante em um encaminhamento positivo. Há um entendimento generalizado dos entes [públicos]”, declarou Levy.

Apesar de mostrar confiança em relação a um acordo, o ministro informou que os estados terão de fazer concessões, indicando que o projeto de lei aprovado semana passada pela Câmara dos Deputados poderá sofrer ajustes no Senado.

“O importante é todo mundo contribuir para o ajuste. Hoje, a gente tem de vencer essa etapa para já criar as bases para a retomada do crescimento e do emprego. Acho que há cada vez mais convergência nesse entendimento”, acrescentou o ministro.

Atualmente, a dívida dos estados renegociada com a União no fim da década de 90 é corrigida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), mais 6%, 7,5% ou 9% ao ano. Um projeto de lei aprovado ano passado mudou o indexador para a taxa Selic (juros básicos da economia) ou a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais 4% ao ano, prevalecendo o menor índice.

Como a lei da mudança dos indexadores não foi regulamentada até agora, semana passada a Câmara aprovou um projeto de lei com prazo de 30 dias para o governo federal aplicar os novos índices de correção aos contratos assinados.

A medida teria impacto fiscal de pelo menos R$ 3 bilhões para a União em 2015, ano em que o Ministério da Fazenda está comprometido em obter meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).

* Colaborou Mariana Jungmann

Agência Brasil
O setor industrial de Alagoas está requisitando através do Sistema Nacional de Emprego (Sine), profissionais com experiência para trabalhar em funções especializadas. Os candidatos devem procurar uma unidade da Rede Sine, munidos de documento para ocupar os cargos.

Segundo a gerente do posto do Sine Centro, Márcia Moura, entre duas vagas são para contratação imediata. “Estamos necessitando em caráter de urgência candidatos a supervisor de elétrica industrial e para supervisor de manutenção de sistema operacional”, relatou.

Para supervisor de elétrica industrial, o empregador requer um candidato com perfil com faixa etária entre 30 a 55 anos, masculino, com experiência em liderança e em indústria de pelo menos três anos.

No caso de supervisor de manutenção de sistema operacional, a exigência é que o candidato tenha curso técnico de eletromecânica com experiência na indústria e saiba liderar uma equipe. Ele deve estar, preferencialmente, na faixa etária entre 30/60 anos, além de ser do sexo masculino.

Outras vagas também estão disponíveis para a área industrial. São eles, mecânico de motocicleta; comprador com graduação em administração, com experiência na carteira; estagiário em administração, ciências contábeis ou gestão financeira.

A rede estadual do Sine na capital possui cinco unidades. No Centro, Jaraguá, Farol, Mangabeiras (Shopping Maceió) e Benedito Bentes. Os interessados também podem buscar informações nos postos do interior.

Agência Alagoas
A votação da admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC), que propõe reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal, foi adiada para amanhã (30) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). Depois de uma longa discussão e de várias tentativas de obstrução por 41 votos a sete, os deputados da CCJ aprovaram requerimento para o encerramento da discussão.

Com a aprovação do encerramento de discussão, a PEC poderia ser colocada imediatamente em votação, mas o presidente da CCJ, deputado Arthur Lira (PP-AL), preferiu abrir espaço para debater a proposta antes de colocá-la em votação. Se inscreveram novamente para debater a admissibilidade da redução da maioridade penal 26 deputados que integram a CCJ.

"Nós não colocaremos a matéria em votação hoje, não dará tempo", reconheceu o presidente da CCJ, Arthur Lira antes da aprovação do requerimento de encerramento de discussão. Ele informou que a apreciação será retomada amanhã diretamente com a votação da PEC.
A dificuldade é colocar a matéria em votação hoje é devido ao horário. Isso porque, iniciada a Ordem do Dia – período dedicado a votações em plenário – todas as comissões que estiverem em atividade devem encerrar seus trabalhos e nenhuma votação que ocorra em comissões nesse período tem validade.

Novamente na tarde de hoje, manifestantes contrários à PEC protestaram contra sua apreciação. Alguns entraram no plenário da CCJ com cartazes contrários à proposta, outros ficaram próximos ao plenário e a maioria dos manifestantes teve que ficar nas dependências externas da Câmara.

A PEC principal sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos está tramitando na Câmara há mais de 20 anos. A ela foram apensadas mais 38 propostas sobre o mesmo tema. Ao analisar as 39 PECs, o relator da matéria, deputado Luiz Couto (PT-PB), fez seu parecer contrário à admissibilidade das propostas. Segundo Couto, há  PECs para a redução da maioridade para 12 anos e outras que propõem a redução sem limite de idade.

Se a admissibilidade da PEC for aprovada pela CCJ, será criada uma comissão especial que irá analisar o mérito da matéria. Só depois de muita discussão é que a proposta irá apresentar seu parecer que será votado pela comissão e depois pelo plenário da Câmara, em dois turnos de votação.

Caso seja aprovada pelos deputados, a PEC será encaminha à apreciação do Senado. Se for modificada pelos senadores, terá que retornar à Câmara para novas deliberações. Para uma PEC ser aprovada são necessários os votos de, no mínimo, 308 dos 513 deputados da Câmara, nos dois turnos de votação.

Agência Brasil
O pão é um dos alimentos mais apreciados no mundo e carrega as características culturais de cada região. Diante disso, com o intuito de fortalecer o setor de panificação em Alagoas, o presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação do Estado de Alagoas (Sindipan), Alfredo Dacal, esteve reunido com Antonio Pinaud e Fábio Leão, respectivamente, presidente e diretor de Desenvolvimento e Projetos da Desenvolve. Durante o encontro, foram estabelecidas estratégias para o desenvolvimento do setor.

Ao considerar as características individuais e coletivas de cada panificadora, o presidente do sindicato solicitou a criação de um projeto com a finalidade de atender as normas de segurança pertinentes ao setor, assim como garantir a aquisição de equipamentos.

Dacal aproveitou a ocasião, ainda, para sinalizar a necessidade de implantação de fornos a gás em substituição aos fornos à lenha e estudo prévio para instalação de geradores também movidos a gás. Tudo isso, como resultado da parceria pré-estabelecida entre a Desenvolve e a Algás.

O projeto será decisivo, segundo Dacal, para atendimento da Norma Regulamentadora (NR) 12 que define a proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes na utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos.

“Estamos trabalhando para atender à solicitação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), seccional Alagoas, que exige máquinas com dispositivos de segurança. Por isso, estamos tentando viabilizar o recurso através da Desenvolve”, completou Dacal.

O presidente do Sindipan lembrou que lançou um desafio ao Senac, sugerindo o desenvolvimento de um projeto para a retrofitagem, ou seja, adaptação das máquinas já existentes, com a implantação dos dispositivos necessários.

“Isso reduziria o custo em 90% para cada empreendedor readequar seu maquinário”, frisou, completando que “os panificadores já vivem um momento de concorrência desleal e, portanto, quanto menor for o custo desta readaptação, melhor para a sobrevivência do setor”.

Agência Alagoas
Os rendimentos dos servidores públicos estaduais referentes ao mês de março serão liberados nesta terça-feira (31). Nesta data, serão pagos os vencimentos de até R$ 2.226, que correspondem a mais de 60% do total de servidores ativos e inativos do Estado.

Segundo o cronograma da Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz), a segunda faixa salarial, de vencimentos acima de R$ 2.226, estará disponível no dia 13 de abril, segunda-feira.

Agência Alagoas
A partir de hoje (30), o estudante que tiver média inferior a 450 pontos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não poderá se inscrever para uma bolsa do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Além da média mínima, o candidato não pode ter nota zero na redação. As inscrições vão até o dia 30 de abril.

Em fevereiro, foram abertas as inscrições para novas adesões ao Fies, mas sem a obrigatoriedade da nota mínima. Era preciso apenas ter feito o Enem para solicitar o financiamento. Não estão sujeitos a essa regra os professores do quadro permanente da rede pública matriculados em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia.

A regra de exigir a média mínima no Enem foi estabelecida em portaria do Ministério da Educação, publicada em dezembro de 2014, e gerou descontentamento de estudantes e representantes de instituições privadas de ensino superior. Instituições estimam que a mudança reduzirá em pelo menos 20% o número de contratos do Fies.

A estudante Kamila Monteiro, de 18 anos, obteve média de 426 pontos no Enem e conseguiu o contrato do Fies antes da aplicação da nova regra. Ela avalia que os estudantes de escola pública como ela serão prejudicados com a mudança.

“Dizem que é para melhorar a qualidade do ensino, mas quem está em escola pública tem dificuldade para fazer a prova do Enem. Então, é preciso começar melhorando a qualidade do ensino médio e não dificultar a entrada no ensino superior”, diz Kamila, que vai cursar psicologia em uma instituição de São Paulo.

O Ministério da Educação descarta a possibilidade de abrir mão da exigência. Segundo a pasta, a mudança foi feita em prol da qualidade do ensino superior e o diálogo com as entidades é permanente.

O Fies financia de 50% a 100% das mensalidades, dependendo da renda familiar mensal bruta. É destinado a alunos matriculados em cursos superiores presenciais não gratuitos, oferecidos por instituições cadastradas no programa e que tenham obtido resultados positivos nas avaliações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.

Entre as mudanças feitas pelo ministério no Fies estão também a alteração de 12 para oito no número de parcelas de repasse de recursos para as instituições privadas e percentual máximo de reajuste para mensalidades no caso de aditamentos de contratos.

Agência Brasil

Os agricultores de Delmiro Gouveia que foram inscritos no programa Garantia Safra devem dirigir-se à Secretaria Municipal de Agricultura para buscar seus respectivos boletos. O pagamento deve ser feito da forma mais breve possível, em agências da Caixa Econômica Federal, casas lotéricas e outras agências conveniadas com a Caixa, de forma a garantir que os agricultores tenham direito a receber o seguro de renda mínima para compensar a perda de mais da metade de suas lavouras na safra 2014-2015.
Ao pagá-los, os agricultores garantem o acesso a um seguro no valor de R$ 850, dividido em cinco parcelas. Esse direito é concedido aos pequenos produtores, cujas famílias tenham renda inferior a 1,5 salário mínimo, e cujas lavouras, contendo entre 0,6 e 5 hectares de área plantada, tenham sofrido perdas superiores a 50%, em razão da seca ou do excesso de chuvas.
A Secretaria Municipal de Agricultura está localizada à Rua Coronel Ulisses Luna, s/n, Bairro Novo.

Por Assessoria PMDG
Referência histórica do PT, amigo pessoal do ex-presidente Lula há três décadas e ex-vizinho da presidenta Dilma em Belo Horizonte, Frei Betto divulgou um manifesto, durante a campanha eleitoral, com 13 motivos para votar na reeleição da petista. Três meses após a posse da presidenta reeleita, o religioso demonstra decepção com Dilma e o PT e diz que as 13 razões não foram abraçadas pela presidenta, a quem acusa de ter montado um “ministério esdrúxulo”.

Para ele, o país assiste ao começo do fim do Partido dos Trabalhadores, que tende a virar um “arremedo” do PMDB. Em entrevista à coluna de Sônia Racy, no jornal O Estado de S. Paulo, Frei Betto diz que o PT só tem uma saída: ser fiel às suas origens e buscar a governabilidade pelo estreitamento de seus vínculos com os movimentos sociais. “Fora disso, tenho a impressão de que estamos começando a assistir ao começo do fim. Pode até perdurar, mas o PT tende a virar um arremedo do PMDB”, criticou.

Ex-coordenador do Fome Zero no início do primeiro governo Lula, o religioso diz que, em 12 anos de governo, o PT não conseguiu tirar do papel nenhuma reforma de estrutura prometida em seus documentos originais, trocou um “projeto de Brasil” por um “projeto de poder”, jogou os movimentos sociais para escanteio e ficou refém e dependente de “alianças espúrias” com o Congresso.

Na avaliação dele, o atual governo subverte a história do PT e se aproxima do receituário tucano: “Quem assistiu ao filme Adeus, Lenin! pode fazer o seguinte paralelo: se um cidadão brasileiro, disposto a votar na reeleição da Dilma, tivesse entrado em agonia no início de agosto de 2014 e despertasse agora, neste mês de março, no hospital e visse o noticiário, certamente estaria convencido de que o Aécio havia vencido a eleição”.

Para Frei Betto, o atual governo opera em função de um “detalhe”, o ajuste fiscal, e não de um “projeto histórico”. O religioso diz que, “apesar de todos os pesares – põe pesares nisso”, o Brasil viveu nos 12 anos de governo do PT os melhores anos de sua história republicana na área social, com a retirada da miséria de 36 milhões de pessoas. O problema, afirma, é que a população, mesmo tendo hoje maior acesso aos bens de consumo, continua sem ter acesso aos serviços básicos. “Essa família continua no barraco, sem saneamento, em um emprego precário, sem acesso a saúde, educação, transporte público e segurança de qualidade. O governo facilitou o acesso dos brasileiros aos bens pessoais, mas não aos bens sociais”, declarou.

Ainda na entrevista, o religioso questiona onde estão os líderes do PT que visitavam as favelas e periferias, que participavam de assembleia de sem-teto e se reuniam com lideranças indígenas e quilombolas. Frei Betto dá como certo que Lula será o candidato do PT à Presidência em 2018, mas diz que nem mesmo a volta do ex-presidente é capaz de mudar o cenário. “O problema é o rumo que o partido tomou e imprimiu ao governo do Brasil.”

Congresso em Foco




Foto montagem Radar89
Na tarde de hoje o Blog ferreiradelmiro.com publicou uma nota de retratação pública de Lucas Damasceno à Natiene Ramalho.

Entenda o Caso

No final do ano de 2014 houve compartilhamento na rede social WatsApp em diversos grupos, de duas fotos que davam a entender que se tratava da mesma pessoa. Foi compartilhado por diversos grupos até chegar ao conhecimento da família da Natiene Ramalho em Santana.

Natiene Ramalho é universitária, formada em letras pela Universidade Federal de Alagoas, teve conhecimentos das publicações e por mais q afirmasse não ser ela, as pessoas não acreditavam. 

Amigos mobilizaram-se no sentido rastrear ao menos um dos compartilhamentos e conseguiram identificar um dos grupos onde estava o jovem Lucas sandes. Conseguiram rastrear ainda as imagens inverídicas, e descobriram que eram de um site de conteúdo pornográfico e que, tinham similaridade com a Natiene.


Provado o engano, os compartilhamentos continuavam. Natiene então, dirigiu-se a delegacia, abrindo procedimento, o fato foi remetido ao fórum.

Em audiência preliminar, fora acordada um pedido de desculpas público, com nota de retratação pública publicado no Blog www.ferreiradelmiro.com e na página pessoal da rede social de Lucas Damasceno.

Patente a hombridade e idoneidade do Lucas ao reconhecer o erro e buscar reparar a Natiene.

A Natiene recusou-se a receber qualquer valor, unicamente a retratação.

Em sua rede social após a publicação na retratação ele externou seu sentimento.

“E eu disse para muitos, O FATO DE NÃO SER EU NÃO LIMITA O MEU DIREITO DE ABRAÇAR A CAUSA. Uma luta pela verdade, por direitos, por justiça. Uma luta para provar que "ELA (S)" merecem respeito e que crimes desse porte são sim reparados pela justiça. Quer mudança, LUTE!

Pronto Mainha, Anunciada Pereira, fiz minha parte!”

Por Ferreira Delmiro