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Luiz Fernando Toledo Victor Vieira, Estadão
Estudo do Instituto de Pesquisa Data Popular apontou que 89% dos brasileiros consideram que há muita violência nas escolas públicas do País. Alunos desrespeitosos e professores desmotivados são outros gargalos apontados no estudo. A segurança, de acordo com o levantamento, é o fator mais relevante para assegurar a qualidade de ensino, seguido por valorização de professores e funcionários.
A pesquisa "A educação e os profissionais da educação", realizada a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), ouviu 3 mil pessoas de todo o País em setembro deste ano. Os casos mais recorrentes de violência relatados foram agressão verbal (40%), física (35%), bullying (23%), vandalismo (21%), e discriminação (16%) e roubo (12%). Violência sexual e assassinato também são mencionados, em menor número.
Veja
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa acusou o líder do PT no Senado, Humberto Costa, de ter recebido 1 milhão de reais do esquema de propinas pagas por empreiteiras a partir de contratos da estatal.
A acusação foi feita no âmbito da delação premiada, a que Paulo Roberto Costa aderiu. Segundo o ex-diretor de abastecimento da Petrobras, que cumpre pena domicilar em seu apartamento no Rio, o petista teria utilzado o dinheiro em sua campanha ao Congresso Nacional, em 2010.
O nome do ex-ministro da Saúde do governo Lula se junta assim ao de outros políticos apontados por Paulo Roberto Costa como beneficiários do esquema, como o da ex-ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que teria recebido 1 milhão de reais em um shopping center, por meio de intermediários, e os do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, do PSB, e do ex-senador do PSDB Sérgio Guerra, ambos já mortos. A denúncia está na edição deste domingo do jornal O Estado de São Paulo.
A provável nomeação da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para o ministério da Agricultura revoltou os movimentos sociais, que lembram o título de "miss desmatamento" concedido à parlamentar pela ONG Greenpeace, a mesma que entregou a ela o "prêmio" Motosserra de Ouro. "Katia Abreu é um desastre em qualquer conjuntura. Não tentem justificar o injustificável!", escreveu Pablo Capilé, do coletivo Fora do Eixo, em sua página no Facebook.
Blogueiros também se manifestaram contra a nomeação, entre eles Maria Frô, que publicou artigo no portal da Revista Fórum: "...eu e mais 54 milhões de brasileiros que reelegemos Dilma esperamos realmente que o nome de Kátia Abreu para o ministério da Agricultura seja apenas mais uma barrigada da mídia velha anti-petista e este anúncio coletivo em todos os jornalões seja mais um factoide para criar intriga entre os movimentos sociais e a parcela progressista que apoiou a reeleição de Dilma".
Um abaixo-assinado criado pelo Movimento Brasil pelas Florestas em 2012 no site de petições Avaaz ganha força com o convite feito essa semana a Kátia pela presidente Dilma Rousseff. O texto de dois anos atrás, quando a senadora ainda era do PSD, já demonstrava temor de que ela fizesse parte do governo Dilma.
"Presidenta Dilma Roussef Repudiamos a possibilidade da senadora Kátia Abreu (PSD - TO) ser nomeada ministra em sua gestão. A nomeação de Kátia Abreu representaria um passo a mais na direção dos interesses do latifundio e das multinacionais do agronegócio. Caso essa ação se confirme será entendida por nós como um sinal do rompimento definitivo do governo federal com o desenvolvimento sustentável", diz a petição, que recebe um número significativo de assinaturas por segundo, reunindo ao todo mais de 10.400.
O blogueiro Paulo Fonteles Filho resgata uma entrevista concedida em 2009 ao jornal paraense O Liberal em que Kátia Abreu "expôs as estratégias fundamentais do latifúndio brasileiro para fazer a luta de ideias na sociedade. No fundamental, procurou apresentar a sua classe, historicamente arcaica e violenta, de forma mais palatável para aquilo que chamamos de opinião pública". Ele chama a escolha de Dilma de "tiro no pé".
Os internautas também tentam organizar um tuitaço com a hashtag #ForaKatiaAbreu, mas ainda não há horário marcado. O convite de Dilma foi feito na última quarta-feira à senadora, que aceitou assumir o ministério da Agricultura e fazer parte do governo da petista. Seu nome deve ser oficializado na próxima semana. A escolha da presidente também criou crise no PMDB
Os prefeitos alagoanos já se preparam para a disputa eleitoral, mas, o cargo a que almejam é de presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA). Na disputa existem, oficialmente, quatro gestores municipais e alguns deles já com chapa formada e apoio consolidado.
As eleições devem acontecer no final de janeiro, no entanto, as conversas já estão bem adiantadas. Entre os nomes que disputam pela primeira vez a presidência da Associação aparecem os prefeitos de Rio Largo, Toninho Lins (PSB) e de Boca da Mata, Gustavo Feijó (PDT). Já Marcelo Beltrão (PTB), prefeito de Jequiá da Praia e Jorge Dantas (PSDB), prefeito de Pão de Açúcar disputam a reeleição. Outros que também pretendem presidir a AMA são os prefeitos de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus (PDMB) e Celso Luiz (PMDB) prefeito de Canapi.
Grande parte dos prefeitos que estão na disputa é da base aliada do governador eleito Renan Filho (PMDB) e isso, claro, é interessante para o governo que terá o líder dos prefeitos ‘trabalhando’ a seu favor. Os prefeitos, por sua vez, garantem que a disputa é apartidária e que a AMA é uma associação que trabalha em prol dos municípios alagoanos.
REELEIÇÃO
Dentre os que concorrem à reeleição, quem já confirmou ser candidato foi o prefeito de Pão de Açúcar, Jorge Dantas. “Sou candidato à reeleição e tenho conversado com todos os prefeitos. Vou conversar com outros candidatos, mas, agora estou conversando com os eleitores”, afirmou Jorge Dantas.
O prefeito acredita que o fato de já ter sido presidente da Associação por duas vezes traz certa vantagem em relação aos seus concorrentes já que a AMA é um órgão de representação dos prefeitos e das prefeituras. “Eu já tenho muito experiência com isso, conheço profundamente as questões municipalistas. Não seria vantagem, mas, sim pela minha experiência e atuação isso pode me ajudar com os prefeitos. Obviamente que ainda teremos muita conversa”, explicou Dantas.
Jorge não acredita que todas as candidaturas sejam levadas adiante, um cenário natural no início da disputa, mas, com o andamento das conversas esse número vai diminuindo. “Certamente vai haver composições, eu acho que saem duas chapas, no máximo três”, pontuou o prefeito de Pão de Açúcar.
Beltrão aguarda conversas para decidir a sua candidatura
O prefeito de Jequiá da Praia, Marcelo Beltrão (PTB), integra o corpo diretivo da AMA e por mais de um ano exerceu o cargo de presidente da entidade. Ele pode ser novamente candidato, no entanto, ainda tem dois meses para decidir o seu futuro político na representação dos prefeitos.
“Estamos à disposição e possivelmente serei candidato dependendo das conversas, no entendimento será um nome que represente a união”, resumiu Marcelo Beltrão, que é bem avaliado pelos gestores.
O prefeito ressalta que essa eleição tem que ser bem discutida, bem debatida e que a candidatura tem que ser apartidária e que represente a união da Associação. “Não pode ser uma eleição que seja resolvida com quatro ou cinco prefeitos, temos que ouvir todos. É uma eleição diferenciada, mas que tem interesse apartidário”, comentou o prefeito.
É preciso, segundo o prefeito de Jequiá da Praia, não promover rachas para que a Associação não tenha prejuízos na representação.
SUA VEZ
O prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus, recorda que abriu mão de concorrer ao cargo para apoiar à candidatura de Marcelo Beltrão. Em troca, segundo Matheus, teria o apoio de Beltrão.
O objetivo do prefeito de Marechal Deodoro é sair candidato mesmo com o nome de Marcelo Beltrão e Jorge Dantas na disputa. “Eles já tiveram a oportunidade. Precisamos renovar a direção da AMA”, disse.
Feijó e Toninho se consideram ‘sangue novo’ no pleito de janeiro
Estreante na disputa, o prefeito de Boca da Mata, Gustavo Feijó já adiantou quem são os nomes dos prefeitos que irão apoiar o grupo que ele representa.
De acordo com ele, quem já declarou apoio ao seu grupo são os prefeitos de Feliz Deserto, Maykon Beltrão (PMDB); de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus; de São Miguel dos Campos, George Clemente (PSB); de Anadia, José Augusto (PPS); de Satuba, José Paulino Acioly (PSD); Carlos Alberto Baia (PSD), de União dos Palmares; e Remi Calheiros (PMDB), de Murici.
Apesar de disputar pela primeira vez a presidência da AMA, o prefeito já chega com força e diz que está trabalhando em prol de um grupo e que está aberto ao diálogo. “Eu entendo que a AMA não pode ser rachada, entendo que ninguém é melhor do que ninguém, mas, é preciso renovar, tem que abrir espaço para os novos”, comentou Feijó.
RODÍZIO
O prefeito de Rio Largo, Toninho Lins, também está na disputa e disse que colocou seu nome à disposição de um grupo porque os gestores estão inconformados com essa ‘troca’ de presidentes que vem acontecendo desde a presidência de Abrahão Moura (PP), prefeito de Paripueira.
“Votei nas duas gestões, mas, quando nós vamos às urnas é para votar numa pessoa e fico chateado com essas mudanças porque isso não é combinado com os prefeitos”, confessou o prefeito.
Gestor defende a AMA muito mais engajada
Toninho Lins disse que irá trabalhar na sua candidatura até o fim, visitando os municípios. “Precisamos de uma renovação, as reuniões estão cada vez mais enfraquecidas. Para se ter uma ideia, nas duas últimas não tivemos discussões de pautas e isso não pode acontecer porque muitos prefeitos vêm de longe”, criticou Toninho, quem responde a vários processos por improbidade administrativa em Rio Largo. Lins defende que deve haver qualificação da mão de obra nas cidades alagoanas.
Celso tem bases no Sertão e é candidato
A reportagem tentou contato com o prefeito Celso Luiz de Canapi para confirmar a sua candidatura, mas, o telefone estava desligado. Celso, que foi indiciado na operação Taturana, pelo suposto desvio de R$ 300 milhões na Assembleia Legislativa, disse há uma semana na imprensa, que os prefeitos precisam estar unidos em prol de uma atuação mais célere da Associação dos Municípios Alagoanos para as gestões. O prefeito de Canapi já está se articulando no Sertão.
Tribuna Hoje
O crack surgiu no Brasil na década de 1990 e é uma das drogas mais avassaladoras da atualidade. Para vencê-lo é preciso que o dependente químico tenha coragem, força de vontade, determinação e, sobretudo, o apoio da família. De cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, essa droga é também mais cruel e mortífera, porque vicia logo no início de seu consumo.
Sintomas como dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o usuário de crack. Outros sinais como euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, aumento de pressão arterial e transpiração intensa, além de queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada são percebidos de imediato.
Marcos José Morais tem 29 anos, é casado, tem dois filhos e dois enteados e começou a fazer uso do crack aos 18. Ele disse à reportagem que está há mais de um mês sem usar, mas o vício causou afastamento da família, falta de convívio social e problemas bucais, além de ter abalado a sua moral. “Mudei de comportamento; o crack modifica quem faz o uso e me transformei em outra pessoa, a partir do momento que comecei a pegar o que era dos outros, já cheguei a vender muita coisa de casa para sustentar o vício”, observa.
Segundo Marcos José, o uso do crack fez com que ele passasse nove dias sem voltar para casa, sem tomar banho e isso afetou muito a sua vida. “Hoje eu tenho o apoio da minha família e da minha mulher, mas já nos afastamos por conta do vício, agora estamos nos reaproximando. Estou trabalhando e cada dia é um dia a se vencer”, avalia.
Marcos José não está fazendo tratamento psicológico, mas conta que já ficou internado involuntariamente por três vezes e voluntariamente por cinco. “Já fiz muita  coisa errada por conta do crack, já gastei muito dinheiro, a saúde e fiz coisas ilícitas para sustentar o vício”, pontua.
O dependente químico conta ainda que começou a usar o crack por curiosidade, não tinha informação sobre os problemas que causava à saúde e á vida pessoal e foi na ilusão. Para se acabar com o crack ele diz que é preciso fechar as fronteiras, “para impedir o tráfico da droga; o dependente químico não assiste televisão e campanha não adianta muito”, avalia.
Há três anos sem usar o crack, adicto em tratamento diz que é possível vencer a droga
Aos 39 anos e trabalhando no setor administrativo em uma clínica para dependentes químicos em uma pequena cidade do interior do Estado, José Anderson Oliveira dos Santos está em recuperação e conta que iniciou o uso de drogas aos 15 anos de idade, com álcool e maconha e perambulou pelas ruas durante cinco anos.
Anderson Oliveira conta que durante todo o período da sua juventude foi usando álcool e maconha. “Depois conheci o crack, fiz uso por cinco anos e nesse tempo minha vida foi totalmente destruída: perambulei pelas ruas; passava dois, três dias sem voltar para casa. O crack veio para destruir, mas o que vejo hoje é que é possível vencê-lo”, avalia.
Anderson destaca que por conta do uso dessa droga perdeu o emprego, dormiu na rua e foi submetido a tratamento buscado pela esposa. Em 21 de março de 2011 ele conta que foi internado e passou por seis meses de tratamento na própria clínica involuntária onde hoje trabalha, recebeu alta no dia 21 de setembro do mesmo ano e conseguiu trabalho na instituição em funções mais laborais.
“Fiquei em tratamento por seis meses e temia voltar à sociedade. Eu me perguntava: como ser empregado mais uma vez?, mas na própria instituição que fui tratado eu vi a possibilidade de emprego; hoje eu ocupo cargo na parte administrativa da clínica e isso para mim foi uma vitória; estou limpo há três anos, sete meses e  25 dias. O dia mais importante é o dia de hoje,  que nem usei e nem pretendo usar”, argumenta.
Na clínica onde Anderson Oliveira foi tratado e trabalha tem 75 internos; todos do sexo masculino e a maioria tem internamento involuntário. Ele conta que o interno passa no local por tratamento psicológico e psiquiátrico; terapia individual e em grupo, além da terapia ocupacional. “Tem pacientes que é necessário o uso da medicação; no meu caso, não foi preciso, não fiz uso de medicação psicotrópica”, ressalta.
Apesar de dizer que o Estado está amadurecendo com relação à questão das drogas, ele  observa que ainda está muito longe de ser o ideal. “Hoje temos grupos de autoajuda que auxiliam na prevenção e na manutenção do tratamento e no apoio. Eu tive o apoio da minha esposa, porque o restante da minha família, mãe e irmãos já tinham perdido a esperança, já tinham desistido de mim”, diz.
Da mesma forma que a maioria dos dependentes químicos do crack, Anderson dos Santos conta que também se desfez de  vários objetos de casa: vendeu panelas, ferro elétrico, batedeira, até a moto que tinha.  “Enquanto eu usava a maconha e o álcool, não me prejudicava, mas eu não acreditava que teria algo pior para me prejudicar, como o crack o fez. Quando eu usava maconha e álcool conseguia trabalhar; o crack não, ele tirou tudo de mim”, explica.
“O crack tem a capacidade de produzir mil vezes mais do que a sensação normal, é uma sensação assoberbada, por um período muito curto, por isso que o dependente químico o procura. Usar drogas é ótimo; é muito bom, mas o que ela proporciona posteriormente é algo na mesma escala; é destruidor e a questão das consequências é o que deve pesar no indivíduo. Avalio que a prevenção é a maior ferramenta que nós temos hoje”, destaca.
O  dependente químico em tratamento conta que na clínica tem um projeto de responsabilidade social: “Vamos às escolas, às empresas; outras já vêm nos solicitando, pedindo para falar um pouco sobre a questão das drogas, para que haja prevenção. Se eu tivesse tido, quando pequeno, uma palestra sobre isso,  as causas, os efeitos e as consequências, talvez eu não tivesse entrado nas drogas, assim como muitos jovens hoje”, avalia.
Muitas vezes o dependente volta para casa e encontra o ambiente do mesmo jeito, insalubre. Anderson explica que orienta de alguma forma o familiar para que participe do tratamento do dependente, pois, segundo avalia,  a cura começa com a participação da família, se não tiver isso o tratamento não funciona.   
Anderson acrescenta que todos os setores da sociedade têm que se unir no combate às drogas, com grupos de autoajuda, igrejas, grupos de jovens, ONGs e outras entidades.  “Tem que ter uma matéria sobre dependência química na escola e mostrar as consequências, principalmente, o assunto é vasto, isso tem que ter”, pontua.
Desagregação familiar, preconceito social e desleixo com a aparência são efeitos do crack
Para o psicólogo comportamental e professor universitário alagoano Roberto Lopes Sales, o uso do crack causa uma desagregação total na família e o perfil do usuário ou adicto é de pessoas solteiras, de 30 anos a menos; classe social relativamente baixa e que têm isolamento social. Ele lembra que essa droga provoca sérios danos neurológicos e observa que o tratamento é muito difícil porque há uma resistência muito grande.
Segundo Roberto Lopes Sales, o apoio da família é muito importante. “Muitas pessoas entram no crack e dificilmente saem, mas com ajuda psicoterápica, farmacológica, principalmente apoio familiar e social e a questão do trabalho, é possível vencer, pois o tratamento não se volta apenas para a questão médica com ingestão de alguns remédios”, observa.
O psicólogo ressalta que toda pessoa que adere à utilização de drogas e se torna um adicto (termo mais correto) é visto excluído da sociedade e as pessoas o veem como irresponsável, que não assume compromisso com outrem, naturalmente egoísta, só pensa nela, ao invés de lembrar na verdade dos fatores que levaram essa pessoa a consumir indiscriminadamente a droga.
O psicólogo observa que o efeito maléfico da droga não é só para o indivíduo. O crack provoca uma desagregação familiar total, isolamento social, porque causa descompromisso com relação à situação de responsabilidade no trabalho e na família, consigo próprio, no que diz respeito à higiene, alimentação, vestuário, entre outras questões.  
DESAJUSTES
“As famílias às vezes se esquecem de perceber que existem alguns desajustes familiares para que se eleja uma determinada pessoa para se colocar como bode expiatório como o desajustado e aí naturalmente esta pessoa começa a desenvolver a aderir a uma droga. Quando acontece esse desequilíbrio ao próprio indivíduo, naturalmente vem à tona o próprio desequilíbrio familiar”, pontua.
Segundo Roberto Lopes Sales, muitas vezes as pessoas começam a usar por curiosidade e diante de uma primeira, segunda ou terceira experimentada, já está viciada. “O efeito não é o mesmo da cocaína, que é cara e dura em média até 45 minutos, o ‘barato’ do crack dura cinco minutos e as pessoas que querem ‘ficar legais’ e terem um efeito de ficar mais leve ou eufórico e ter uma falsa sensação de bem-estar, essas pessoas sentem a necessidade de uso constante”, explica.
Além de trazer miserabilidade, droga também traz preconceito contra o dependente químico, um efeito ainda mais devastador na visão de alguns estudiosos (Foto: Werther Santana / Futura Press)
Segundo o especialista, algumas mães chegam a amarrar o filho ou colocá-lo em uma clínica à força, mas se o dependente não quiser se trabalhar, logo vai voltar à utilização das drogas. Roberto Sales avalia ainda que para minimizar a questão das drogas no país é necessário que haja programas de governo, nas três instâncias e o apoio social e familiar à pessoa que tenta sair das drogas. “Essas pessoas precisam de apoio, para se sentirem fortalecidas e saírem do vício”, analisa.
O psicólogo comportamental explica também que com o passar do tempo os adictos deixam de ter delírios simples e chegam a situações mais graves como comportamentos violentos podendo chegar à morte. Ele orienta que quando as pessoas começarem a perceber que seus filhos têm comportamentos isolados, não conversam e o ideal é chegar até eles, para que não façam uso de drogas. 
Além de matar, droga traz miserabilidade
Segundo a presidente do Fórum Permanente de Combate às Drogas em Alagoas (FPCD), Noelia Costa Amaral, o crack, além de matar, traz muita miserabilidade e tem um poder de mercado muito grande; é um vício que não tem cura. “O crack está em todas as classes e da mesma forma que está na favela Sururu de Capote está no Aldebaran”, avalia.
Noelia Costa destaca que o consumo do crack criou uma mendicância nas ruas, também em Alagoas. Ela disse que as pessoas ficam como zumbis e até hoje não houve um plano eficaz em relação a isso e que não tem programas governamentais e nem políticas públicas para combater o vício.
Alguns estudiosos avaliam que o preconceito contra o dependente químico do crack tem efeito mais devastador do que a própria droga. A presidente do FPCD diz que existe, sim, um preconceito velado na sociedade contra o dependente químico ou adicto: seja do álcool, da maconha, do crack ou de qualquer outra droga.
“A família fica com medo de falar, porque sabe que pode ser estigmatizada e isso prejudica tanto a família quanto o usuário”. Segundo Noelia Costa, as pessoas têm uma visão errônea, achando que o dependente químico é um vagabundo; e não é. “O vício vem de várias situações, você pode ter uma pré-disposição; ou por conta de uma ansiedade ou outro problema adquirido”.
Ela pontua que para combater o vício, é preciso que as campanhas tenham um alcance maior. “É preciso alcançar a todos: usuário, pai, mãe e toda a família; da criança ao adulto. Estamos carentes de campanhas educativas, de prevenção que não existe, no sentido maior, de você prevenir hoje, como a questão da Aids e do tabaco, por meio de campanha educativas na televisão, nas carteiras de cigarro, mas nós não temos isso no crack”, pontua.
Sociedade precisa estar alerta e fazer trabalho de prevenção
Para Noelia Costa, é preciso alertar a sociedade, fazer um trabalho de prevenção, por meio dos governos. “O Fórum Permanente de Combate às Drogas existe desde 2007 e desde essa época nós alertamos sobre o crack e já conseguimos salvar algumas vidas que hoje estão resgatadas, porque conseguiram a informação de saber onde se tratar, mas ainda é muito pouco”, avalia.
A presidente da entidade explica que existem várias ferramentas que podem ser usadas para minimizar os efeitos do crack na sociedade, como os centros de apoio, a exemplo dos Caps (Centros de Atenção Psicossocial), Casa do Acolhimento, entre outras.  Segundo Noelia Costa, poucas pessoas sabem disso.
“Também existe a lei. Se uma mãe tem um filho correndo risco de morte, ela pode ir a uma Defensoria Pública e relatar o fato, dizer que precisa interná-lo, involuntariamente, e a Defensoria pode dar um aporte para isso, provocar o Estado e acontece a internação”, explica.
Segundo Noelia Costa, é necessário que haja muito mais informação a respeito da droga, para que as pessoas saibam que podem ter apoio, se decidirem por isso. Ela observa ainda que a sociedade está adoecida e é preciso que não haja medo e preconceito para com o dependente químico.  
A presidente  do Fórum observa que toda dependência química é grave e quem é dependente nunca vai ficar curado: “Vai ficar só por hoje; é uma doença mental, porque quando se usa a substância termina gerando comportamentos diversos; talvez seja por isso que existe tanto preconceito; mas avalio que existe uma luz no fim do túnel, existem saídas, tratamento e a pessoa continua sempre em recuperação”, explica.
Noelia Costa lembra que existe uma questão muito forte na sociedade: o tráfico é organizado e é difícil combatê-lo, mas ela chama a atenção com relação ao álcool, uma droga que está matando muito mais e não existe fiscalização da venda para menores no Brasil. Ela destaca que  é  preciso mais investimentos com relação à prevenção. “Vejo muitas desgraças, por causa das drogas, mães que ligam desesperadas, com filhos viciados e tento ajudar, ligo de volta, consigo tratamento, mas não é sempre”, destaca.
Segundo pesquisa, em Alagoas, 30 mil pessoas usam crack
Pesquisas nacionais, realizadas pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) indicam que cerca de 1% da população esteja no uso ativo do crack, o que em Alagoas corresponde a cerca de 30 mil pessoas. Atualmente, nas comunidades acolhedoras, existem 945 pessoas, entre adolescentes, homens e mulheres. Todos eles passam por um tratamento gratuito e voluntário.
Segundo a assessoria de imprensa Secretaria de Estado da Paz (SepazAL), a permanência dos dependentes químicos nesses locais é custeada pelo Estado (cerca de 80% das vagas) e pelo governo federal (cerca de 20% das vagas). Existem ao todo 1.356 vagas, sendo que 411 ainda estão disponíveis.  Há 30 comunidades acolhedoras credenciadas dentro do Projeto Acolhe Alagoas.
“Elas recebem as pessoas encaminhadas pela Secretaria, após a triagem feita nos dois Centros de Acolhimento, que são a porta de entrada para esse serviço. As comunidades são credenciadas pela Sepaz, por meio de um edital público, no qual elas devem atender a uma série de requisitos, e também devem ser aprovadas pelo Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas (Coned). Só depois disso, portanto, elas podem participar do Projeto Acolhe Alagoas e receber as pessoas encaminhadas pela instituição”, explica a assessoria da Sepaz.
Tribuna Hoje

Por Paulo Soares-Ambientalista

 

Pelo lixo se vê que esta e a estrada que leva ao deposito de rejeitos urbanos, conforme indicado pela placa, este é o consumidor de alguns milhares de reais, famoso ATERRO SANITÁRIO, de Delmiro Gouveia, situado na fazenda facão.

Um lixão comum, implantado no meio da caatinga, espalhando plásticos e outros produtos do descarte urbano, produzindo indignação e outros prejuízos, aos proprietários de roças do entorno, (poluição, e morte dos animais por ingestão de plásticos).

Vale lembrar que grande parte destes materiais poluentes, serão levados pelas vias hídricas, até ao nosso manancial, o Rio são Francisco.

E preciso consciência, é preciso vontade e compromisso com o futuro da vida do planeta.
Não podemos dormir com estes problemas batendo a nossa porta: RECICLAR É A SOLUÇÃO.

Modos de acondicionamento do lixo, Qual é a diferença?

LIXÃO, ATERRO CONTROLADO E ATERRO SANITÁRIO?


Lixão: É uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo; isto é: não tem nenhum sistema de tratamento de chorume (líquido preto que escorre do lixo), contaminando o solo e o lençol freático.Como o lixo fica exposto no ambiente há o aparecimento de moscas, pássaros, ratos (transmissores de doenças), além da presença das pessoas em busca de comida e materiais recicláveis para vender. O lixão, além de ser um foco de doenças, odores, também é um problema social.

Aterro controlado: é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula  que foi remediada, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama e captação de chorume e gás. Ele é preparado para receber resíduos, sem contaminar o solo, e não fica exposto, pois é coberto com terra ou saibro diariamente. O chorume  não é tratado, apenas é removido para superfície.

ATERRO SANITÁRIO: é o modo mais correto de se depositar o resíduo, já que suas células são impermeabilizadas com mantas de PVC e o chorume é drenado e depositado num poço, para tratamento futuro. O gás da decomposição do lixo: biogás/ metano é drenado e pode ser queimado em flaires, ou aproveitado para eletricidade. Por ser coberto por terra diariamente não há proliferação de pragas urbanas.














A equipe econômica reduziu de 0,9% para 0,5% a previsão oficial de crescimento da economia brasileira para este ano. O número consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, divulgado hoje (21) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
A estimativa de inflação oficial, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para 2014, aumentou de 6,2% para 6,45%, próximo do teto da meta: de 6,5%. Apesar de o relatório ser divulgado pelo Planejamento, as projeções em relação à economia são de autoria da Secretaria de Política Econômica, do Ministério da Fazenda.
Apesar da redução na estimativa de crescimento, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) está mais otimista que as previsões do mercado. Segundo a última edição do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas projetam crescimento de apenas 0,21% para o PIB brasileiro neste ano. Em relação à inflação, no entanto, a estimativa oficial é mais pessimista. As instituições preveem IPCA de 6,4% para 2014.
O governo também reduziu, de 3% para 2%, a estimativa de crescimento para 2015, e aumentou de 5% para 6,1% a previsão de IPCA para o próximo ano. Os valores constam de mensagem enviada ao Congresso Nacional.
Os números vão orientar a elaboração do Orçamento Geral da União para o próximo ano, atualmente em tramitação na Comissão Mista de Orçamento do Congresso. As estimativas também estão mais otimistas que as das instituições financeiras, que acreditam em crescimento de 0,8% e inflação de 6,4% no ano que vem.

Agência Brasil

A prefeita de Traipu, Conceição Tavares (DEM), foi afastada do cargo pela Câmara de Vereadores da cidade, nessa quinta-feira (20). A gestora viajou para os Estados Unidos sem comunicar ao Legislativo Municipal e ultrapassou o período de ausência no cargo, desrespeitando a Lei Orgânica do Município. A assessoria da prefeita aponta ilegalidade no ato da presidência. 

Segundo informações colhidas pelaRádio Gazeta, a prefeita não pediu licença aos parlamentares e ainda está em viagem, atingindo o limite de 15 dias estabelecido pela legislação. Diante disso, o vice-prefeito da cidade, Erasmo Dias (PRTB), foi até a Câmara, alegando abandono de cargo. Segundo ele, Tavares está há 17 dias fora do município. 

O plenário entendeu o argumento e determinou o afastamento da prefeita. Na mesma sessão, Erasmo tomou posse e já nomeou secretários e o procurador do Município, além de analisar toda a documentação da prefeitura. Nesta sexta (21), ele comunicou o fato à Justiça. 


"Pela Lei Orgânica e Constituição Federal, a prefeita perde definitivamente o cargo. Ela tentou driblar a legislação, mas não conseguiu", disse o vice-prefeito. 

A assessoria da prefeita informou, entretanto, que o ato da presidente da Câmara, Simone Soares, é ilegal, pois infringe várias normas, considerando que a sessão não contou com vereadores, aconteceu em um feriado e às 20h, quando o regimento determina que a sessão só pode ocorrer até as 18h. Além disso, o Legislativo não pode comprovar o prazo em que a prefeita ficou ausente. 

“A decisão é totalmente ilegal. Há decretos, inclusive, assinados pela prefeitura nos últimos dias. Até a nova equipe colocada na prefeitura não tem nenhum contrato e a gestora - que chega hoje - vai entrar com ação criminal. A Procuradoria do Município entrou com uma ação judicial para anular o ato”, argumentou. 

Instabilidade

O município é conhecido por um clima de instabilidade no Executivo. Conceição Tavares foi afastada outras vezes do cargo de prefeita e de presidente da Câmara de Vereadores, acusada de restrição do município e ilegalidade na prestação de contas na previdência e de convênios.

Confira, na íntegra, nota da assessoria

A Prefeita do município de Traipu, Conceição Tavares, continua exercendo normalmente as atribuições de seu cargo. A gestora foi alvo na noite passada de ato ilegal realizado pela presidente da Câmara Municipal de Traipu, Simone Soares Lima, em conluio com o vice-prefeito Erasmo Dias de Araújo.

A posse conferida por Simone Lima ao vice-prefeito Erasmo Dias de Araújo vai de encontro ao Regimento Interno da Câmara Municipal, à Lei Orgânica do Município e ao Decreto Federal 201/64. "Além disso, a sessão foi realizada fora de horário habitual, em feriado e sem quorum. Dos 11 vereadores que temos em Traipu, só um compareceu à sessão, que foi a própria presidente do legislativo", explica Dênis Guimarães, procurador-geral do Município.

A prefeita continua em exercício e há documentos assinados por ela ao longo de todo o mês de novembro, como decretos e processos administrativos, comprovando sua atuação. "Não houve afastamento superior a 15 dias, ao contrário do que tem sido falsamente informado pelo vice-prefeito", pontua o procurador-geral. 

Vale ressaltar que qualquer tentativa de invasão das dependências do Poder Executivo é ilegal e a Prefeitura vai tomar as medidas cabíveis para a responsabilização civil, administrativa e criminal dos infratores.


gazetaweb.com

Por Ascom - Isabel Oliveira


Na tarde desta quarta-feira, 19, no auditório da UFAL/Campus do Sertão, estudantes das escolas municipais José Correia Filho e Noêmia Bandeira foram premiados pelos trabalhos realizados na Feira de Conhecimentos Geográficos e Ambientes, organizada por discentes em Geografia que integram o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade.

Em Geografia, o PIBID vem propondo - desde 2012 - a Escola José Correia Filho, localizada no povoado Jardim Cordeiro, projetos com temáticas: Paisagem Natural e Cultural, Território e Identidade Cultural do Jardim Cordeiro, entre outros. 


Para a professora de Geografia da referida escola, Elânia dos Santos, “o PIBID oportunizou troca de saberes e experiências, tivemos oportunidade de conhecer outras metodologias, melhorando minha prática de ensino.”

Já para o professor de Geografia Paulo César, da escola Noêmia, localizada na cidade de Delmiro, todo o processo ainda é novidade; o PIBID iniciou na escola este ano. Na ocasião o professor falou da expectativa em relação ao Programa. “Integração de saberes para além da sala de aula de forma que articule universidade, escola e sociedade”, afirmou. Ainda asseverou, “me sinto feliz e realizado pelos meus alunos”. 

A tarde foi muito proveitosa para os alunos que puderam conhecer o espaço da Universidade e desfrutar de apresentações culturais. 

O PIBID de Geografia na UFAL/ Campus do Sertão é coordenado pelo professor Kleber Silva, que integra o corpo docente do curso de Geografia. 

O Governo Municipal atento as demandas relativas à educação de qualidade, abre espaço na rede de ensino para receber futuros educadores, através dos Programas da Universidade. A articulação entre escola e Instituição de ensino superior é importante para o desenvolvimento da cidade.
Por - Ascom/DG
Com título “Transformando Sorrisos”, VI Semana de Saúde Bucal realizada nas escolas da rede municipal de ensino é ação integrada entre Secretarias de Saúde e Educação a fim de orientar estudantes até 14 anos.
Com palestras sobre higiene bucal e alimentação saudável feitas por profissionais da saúde, a coordenadora de Saúde Bucal, Noélia Urias, ainda nos contou que durante os encontros com as crianças são realizadas escovações supervisionadas e aplicação de flúor, orientando-os quanto à maneira correta de se escovar.
A ação que já aconteceu nas escolas Monteiro Lobato, Afrânio Lages e Raymison, terá continuidade a parti desta segunda-feira, 24, na escola Irmã Dulce e nos povoados Salgado, Lagoinha e Jardim Cordeiro, além de entrevistas em rádio.
Durante uma entrevista à Rádio Gazeta, na manhã desta sexta-feira (21), ao responder algumas perguntas dos ouvintes, o governador eleito em Alagoas, Renan Filho (PMDB), afirmou que fará concurso público para suprir a carência de pessoal de alguns órgãos estaduais, no entanto, dará prioridade, neste primeiro momento, em convocar e nomear as pessoas que aguardam convocação nas reservas técnicas.
Atualmente, pessoas aprovadas no concurso da Educação, Polícias Civil e Militar lutam para conseguir a nomeação dentro do período de validade do certame. Um dos protestos que chamou atenção foi a realizada por aprovados na seleção da Polícia Militar, que permaneceram acampados por três meses na Praça dos Martírios, em frente ao Palácio da Repúbica.
O acampamento teve início no dia 15 de julho, após o atual governador Teotonio Vilela convocar apenas 39 aprovados. Atualmente, a reserva técnica da PM é composta por, aproximadamente, 750 pessoas. O grupo deixou a Praça um dia após o período eleitoral.
Duplicação da AL -101 Norte
Renan Filho informou que já conseguiu a liberação de um recurso de R$ 30 milhões para executar a obra de duplicação da AL 101 Norte. A expectativa é que as obras tenham início no segundo semestre de 2014, com uma extensão de Cruz das Almas, em Maceió, até a Barra de Santo Antônio.
Ele detalhou que o pré-projeto da obra foi concluída pelo atual governo e agora será iniciada a preparação do projeto para apresentar ao Governo Federal. “Acredito que somente no segundo semestre possamos estar iniciando essa obra e quero terminar nesses quatro anos, pois é importante começar uma obra, mas terminar ela se torna mais ainda”, reforçou.  
Cada Minuto
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