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Atividades começaram nessa segunda-feira, 15 de setembro.


Foi realizada nessa segunda, às 19h, na sede da CDL, reunião de orientações e esclarecimentos, referente à acessibilidade arquitetônica do centro de nossa cidade, com equipes dos Programas Federais CRAS e CREAS e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência. 

O Governo Municipal - por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social - em parceria com o CMDPD promovem a SEMANA DE LUTA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA, marcada por reuniões, sensibilização em escolas, entrevistas nas rádios, caminhada, panfletagem. O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência é comemorado dia 21 de setembro.
 

Confira a programação:
 

15/09
Local: Sede da CDL

Horário: 19h 
Reunião de orientações e esclarecimentos, referente à acessibilidade arquitetônica do centro de nossa cidade.


17/09
Local: Escola Eudócia Vanderlei Sandes
Horário: turnos matutino e vespertino

Sensibilização através de apresentações em vídeo e peça teatral.

18/09
Local: Escola Noêmia Bandeira da Silva

Horário: turnos matutino e vespertino
Sensibilização através de apresentações em vídeo e peça teatral.


19/09
Entrevista nas Rádios Delmiro e Alternativa FM.
 

19/09
Local: Saída da ADEFIDEG em direção ao Coreto

Horário: 15h
Panfletagem e Caminhada de mobilização em prol dos Direitos das Pessoas com Deficiência.



ASCOM/ Prefeitura de Delmiro Gouveia

 Da capitania hereditária de Duarte Coelho, passando pelos engenhos, e os índios que ocupavam o futuro estado de Alagoas. Na região sul do estado próximo ao Rio São Francisco os Caetés, tendo ramificações com os caambembes na região de Viçosa, no norte os Potiguaras, assim como os Abacatiaras vivendo na ilhotas do São Francisco, os Xuxurus em Palmeiras dos Índios, os Aconans, Cariris e Coropotós nas margens são franciscanas, os Vouvés e Pipianos no extremo ocidental de Alagoas e por ultimo aqui, os Umans no alto sertão às margens do rio Motoxó.

Saímos de Pernambuco, como dito acima há exatos 197 anos, a capitania de Pernambuco compreendia 60 léguas de terra entre o Rio São Francisco e o de Santa Cruz de Itamaracá, espaço de terra que tinha como donatário Duarte Coelho. Terra que viu brotar o maior centro de resistência negra fora da África, liderada por Zumbi, terra de Calabar, terra dos marechais, terra do açúcar, terra do presidente deposto, terra do pioneirismo industrial sertanejo, terra em viu a energia elétrica de forma primeira apareceu no nordeste, terra de belas praias, terra dos cânions navegáveis, terra ...

Como a própria história relata, Alagoas emancipou-se devido aos seus progressos principalmente baseados nos engenhos e na pecuária que começava a expandir-se pelo interior, desde a pujante Penedo até Porto Calvo, a parte sul da capitania pernambucana mostrava sinais que podia ter sua própria autonomia, então acontece a separação em 16 de setembro de 1817.

Assim nasceu a província Alagoana, pautada no progresso, de fato só nasceu mesmo, pois o progresso que mostrou sua força, no decorre dos tempos cambaleou, saímos da asa pernambucana para entrar no fracasso evolutivo imposto ao novo estado.

Na contemporaneidade não temos muito a comemorar, patinamos nos piores índices no que concerne ao social, nossa estrutura política é arcaica e tem alicerces perpétuos em alguns clãs familiares, nosso povo em sua grande parcela vive a mendigar por direitos que são seus segundo a carta magna. Temos mais de 3 milhões de habitantes espalhados em 102 municípios, um povo bom, trabalhador, e um povo, repito em sua grande maioria, vítima do sistema.

Ao comparar os números com o estado de Pernambuco, aqui exclusivamente em virtude da emancipação, fica claro a distancia que estamos, o estado mãe está bem a frente com progresso evolutivo na economia, na educação, na organização institucional, e nós bem atrás, começamos forte e nos enfraquecemos durante todo esse caminho até aqui, 197 anos que estamos andando com autonomia, que essa autonomia chegue as mãos dos herdeiros de zumbi, chegue nas mãos dos herdeiros dos primeiros que pisaram essa terra e façam brotar novamente como diz o hino a Alagoas estrela radiosa, que refulge ao sorrir das manhãs.


Por Felipe Ferreira, filho de Alagoas.
Em visita ontem (15) à cidade de Linhares, no Espírito Santo, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que os empregos estão fugindo do Brasil por causa da perda de competitividade de quem produz e que não quer que o Brasil seja o país do pleno emprego de dois salários mínimos.
“Temos que fortalecer a nossa indústria. Para isso, precisamos nos conectar de novo com as cadeias globais de produção", ressaltou Aécio, em entrevista no aeroporto da cidade. O presidenciável tucano afirmou que é "a única alternativa segura para que os empregos voltem a ser gerados no Brasil e para que a qualidade da saúde, da educação e da segurança pública melhorem”.

Aécio ressaltou que há muitas semelhanças entre as duas candidatas mais bem colocadas nas pesquisas, a presidenta Dilma Rousseff, que disputa a reeleição pelo PT, e Marina Silva, do PSB. “Somos a única oposição viável, responsável e, acredito eu, preparada para permitir ao Brasil entrar em um ciclo virtuoso de crescimento e de desenvolvimento", acrescentou.

O senador mineiro responsabilizou os partidos da base aliada ao governo, e até o PSB, pelo fato de temas considerados fundamentais para os estados não terem sido votados no Congresso Nacional.

“Existe uma agenda no Congresso Nacional que chamamos de Agenda da Federação. Entre elas, estão o aumento de recursos para o Fundo de Participação dos Municípios, a renegociação das dívidas dos estados e o fim da tributação do Pasep [Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público] entre entes federados." De acordo com Aécio, o governo e sua base aliada, da qual o PSB, até há pouco tempo, fazia parte, impediram que a Agenda da Federação avançasse. "Então, a oposição a tudo isso que está aí somos nós”, concluiu.


Agência Brasil
A presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff defendeu ontem (15) as investigações da Polícia Federal (PF) no caso de corrupção envolvendo a Petrobras. Ela disse que em qualquer empresa pode haver pessoas que pratiquem malfeitos, e destacou que o atual governo nunca tirou a liberdade da PF de investigar as denúncias.
“Em qualquer lugar, em qualquer empresa, têm pessoas que fazem malfeitos. O que você tem que fazer é investigar. Quem joga corrupção para baixo do tapete, quem não investiga, não descobre. Eu quero lembrar que tudo o que está ocorrendo, que está sendo revelado sobre a Petrobras, foi investigado pela Polícia Federal, um órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Justiça. Portanto, nós sempre demos extrema liberdade para a Polícia Federal fazer todas as investigações”, disse Dilma.
A presidenta lembrou que o governo adotou diversas ações para aumentar o nível de transparência e investigação, incluindo a escolha de procuradores independentes do Ministério Público Federal (MPF).
“Nunca escolhemos um procurador que não fosse o que o Ministério Público [Federal] colocasse na sua lista. Nós nunca escolhemos um engavetador geral da União. Nunca engavetamos um processo. Criamos um Portal da Transparência. Todo o gasto do governo federal vai para a internet logo que é feito, no máximo em 24 horas. Criamos a Lei de Acesso à Informação, que assegura ao cidadão brasileiro pleno acesso às informações do governo. Criamos a Lei da Ficha Limpa e criamos a lei que pune tanto os corruptores quanto os corruptos”, disse ela.

Dilma comentou também as reiteradas declarações dos candidatos Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), que vêm levantando acusações ao governo em relação à Petrobras. Aécio tem dito que pretende “reestatizar” a companhia, retirando-a do controle do PT, e Marina falou, na última semana, que o PT havia colocado o ex-diretor Paulo Roberto Costa para “assaltar” a Petrobras.
“Um candidato que fala que vai reestatizar é aquele que quis privatizar. Lamento o que falou a outra candidata, até porque dos 12 anos aos quais ela se refere, [em] oito ela estava no governo como eu, e o resto, no Senado”, acrescentou.
A presidenta falou com os jornalistas após participar do lançamento do livro Um País Chamado Favela, de Celso Athayde e Renato Meirelles, com dados sobre a população favelada no país. O evento ocorreu sob o Viaduto Negrão de Lima, no bairro de Madureira, tradicional ponto de resistência cultural, na zona norte da cidade, sede da Central Única das Favelas (Cufa).
À noite, Dilma participou de um encontro com artistas e intelectuais no Teatro Casa Grande, no Leblon, e disse que é preciso dar prioridade para a educação e para a cultura. A candidata reafirmou que é necessário garantir que os recursos do pré-sal sejam, em maior parte, aplicados em educação. "O primeiro compromisso nosso é dar oportunidades iguais para a população deste país", disse.
A candidata defendeu ainda que a cultura é estratégica para o desenvolvimento do pais e que é preciso dar importância à luta contra a discriminação. Dilma incluiu as mulheres, os negros e os homossexuais.
Dilma defendeu a necessidade dos partidos políticos. "Democracia sem partido é um flerte com o autoritarismo", disse. Para ela, a reforma política que o pais necessita tem que ser feita com a participação da população por meio de um plebiscito. "O mesmo voto que vota no Congresso é o que vota em um plebiscito, que tenha uma clara consulta", disse. 
O ex-presidente Lula, que fez um discurso antes da candidata, também defendeu a reforma política para o Brasil. "É preciso acabar com o financiamento privado de campanha", completando que, para fazer a reforma, é necessário um plebiscito. O ex-presidente reconheceu que não conseguiu fazer a reforma nos dois mandatos que teve. "Nós não tivemos condição de fazer a discussão como queríamos nos dois mandatos", disse.

Agência Brasil
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, defendeu ontem (15) o aumento gradativo de recursos para as ações de cultura. No entanto, ela não quis estabelecer um percentual do Orçamento a ser investido na pasta. A candidata ressaltou que em seu programa de governo cultura e educação, que já têm percentual fixo orçamentário, estarão entrelaçadas.
Em recente entrevista, disse ela, “me foi perguntado se iria fazer 2% na cultura. A nossa escolha foi dizer que vamos ampliar progressivamente os recursos, e não colocamos percentual, porque existem muitos pedidos de percentuais vinculando o Orçamento”, disse em encontro na capital paulista, com representantes do setor cultural.
“Nossa proposta de governo tem um forte entrelaçamento entre educação e cultura. Por isso, a nossa determinação em ampliar progressivamente, de forma consistente, os recursos da cultura”, acrescentou. Ela ressaltou que seu programa de governo já estabelece um percentual relativo à saúde, de 10%.
Marina disse que pretende atender a todos os segmentos da atividade cultural, evitando “dirigismos” e “tendências homogêneas”. Segundo ela, “não dá para a gente ter editais que muitas vezes são homogêneos, que não conseguem trabalhar com as especificidades de determinados grupos, como nós podemos presenciar aqui. Há uma demanda do circo, das pessoas que lidam com a arte popular, que precisa ser igualmente contemplada”.
A candidata ressaltou que continuará a apoiar os setores já atendidos, e pretende dar prosseguimento a parte das políticas criadas no governo Lula, como o projeto Pontos de Cultura.  “Aqueles que já têm espaço fiscal no Orçamento, e que conseguem fazer produções cinematográficas de alta qualidade, continuarão sendo apoiados e suportados”, disse.
“Nós queremos dar continuidade ao trabalho que foi feito na época do Célio Turino [idealizador dos pontos de Cultura]. Nós, inclusive, no Ministério do Meio Ambiente, fizemos um trabalho próximo a isso”, acrescentou.
Em conversa com jornalistas Marina falou sobre política externa, e defendeu a ampliação da cooperação com países da África e com as economias emergentes. “[Vamos] manter e ampliar a cooperação com o continente africano, com os países das economias emergentes, como é o caso da Índia, da China, do México e da África do Sul, enfim”.
Segundo ela, o Brasil precisa aprender “cada vez mais” a fazer acordos bilaterais, e a se orientar nesses pactos por princípios e valores como prosperidade, sustentabilidade, autonomia dos povos, defesa dos direitos humanos e democracia.
Ela disse ainda que estará aberta ao diálogo e à cooperação com os Estados Unidos, "como deve ser a relação de um país de economia desenvolvida com um país emergente; de cooperação autônoma, cooperação que sabe defender seus interesse econômicos, sociais e comerciais".

Agência Brasil
Na tarde desta segunda-feira (15), os majores da Polícia Militar de Alagoas Rocha Lima e Benjamin concederam entrevista coletiva à imprensa para contestar a Portaria nº 008/2014 do Conselho Estadual de Segurança Pública (Conseg) que considera irregular a promoção dos dois.
Os militares afirmaram que a Lei de Promoção é legal já que foi assinada pelo governador Teotonio Vilela Filho. Rocha Lima e Benjamin acreditam que o problema sofrido apenas pelos dois tem como base o presidente do Conseg, o juiz Maurício Brêda.
Os majores contestam a participação do juiz na presidência do conselho, uma vez que ele é da ativa, e ressaltam a perseguição, porém eles não souberam explicar a motivação.
A portaria do Conseg também instaurou Processo Administrativo Disciplinar contra o Comandante Geral da Polícia Militar, o coronel Marcus Aurélio Pinheiro. O coronel deve apresentar defesa em até 15 dias.
O major Rocha Lima relatou que a notícia falando da portaria causou danos familiares. “Minha família vive situação de terrorismo. Minha tia enfartou e precisou ser levada ao HGE, enquanto minha mãe encontra-se medicada”, afirmou.
“Eu fiquei quatro meses preso por uma denúncia feita por um traficante. Tentaram destruir minha carreira profissional, mas o processo está prescrito, não existe irregularidade na minha promoção”, disse Rocha Lima.
O major Benjamin classificou a suspensão da promoção como lamentável. Benjamin ficou um ano inteiro detido no Baldomero Cavalcante por uma prisão preventiva pedida por inquérito do delegado Antônio Roberto da Força Nacional.
De acordo com o major Benjamin, o inquérito não chegou a conclusão alguma, ele foi solto e está trabalhando normalmente pela PM.  Através de seu advogado Tássio Marques já entrou com ação na corregedoria do Tribunal de Justiça de Alagoas e no Conselho Nacional de Justiça contra o juiz Maurício Brêda. “Quem perde com isso é a sociedade”, declarou Benjamin.
Advogados
Álvaro Costa, advogado do major Rocha Lima, falou que o major está aguardando promoção há 13 anos e que não há impedimento legal. A detenção do militar já teve a prescrição reconhecida e ele foi colocado no quadro de acesso.
O advogado afirmou que Maurício Brêda já presidiu inquéritos em que o major Rocha Lima foi réu, e que isso poderia fazer com que o juiz fosse averbado como suspeito no caso da suspensão da promoção.
Tássio Marques, que defende o major Benjamin, acredita que seu cliente está sofrendo perseguição do juiz. “O major ficou um ano preso, inclusive, com detentos que ele prendeu. Nada foi provado e ele foi solto. Essa ação é desnecessária, ninguém vai ganhar nada com isso”, declarou Tássio.
O Conselho Estadual de Segurança Pública nunca impediu promoção de nenhum policial, de acordo com o advogado do major Benjamin. “Aguardamos uma resposta do Conseg, se for mantido o que não concordamos, tomaremos as medidas cabíveis”, falou Tássio.
Nota da Polícia Militar sobre o caso
O comando da Polícia Militar de Alagoas externa a despeito da Portaria nº 008/2014 do Conselho Estadual de Segurança Pública, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (15), que as promoções dos oficiais citados no aludido documento não ocorreu de forma ilegal.
No caso do major Antônio Marcos da Rocha Lima interposto o prazo prescricional não há que se falar mais em processo, bem como na situação do major Benjamim André Souza Morais o seu Conselho de Justificação foi desmembrado se transformado numa sindicância, corrigindo um equívoco administrativo.
Ademais, a Comissão de Promoção de Oficiais e Praças (CPOP) tem legitimidade e soberania para exercer suas atribuições dentro dos limites legais, dando publicidade em todos os seus atos, conforme preconiza os princípios norteadores da administração pública descritos na Constituição Federal. Nesse sentido, a Comissão após elaboração do Quadro de Acesso (QA) interpõe prazo para recurso para os policiais que por ventura se sintam prejudicados apresentem suas razões na medida de suas demandas, o que não foi feito por qualquer policial militar.
Outrossim, este comando sempre pautou suas ações dentro dos limites legais, tendo como princípio norteador a valorização do seu efetivo, enxergando que umas das maneiras de cumprir este mister consiste na sua devida ascensão funcional, considerando que a carreia militar tem como pilares indissolúveis a disciplina e a hierarquia, portanto estaremos sempre a favor da nossa tropa na defesa desta bicentenária corporação formada por bravos guerreiros.
Fonte Tribuna Hoje
foto:gazetaweb
Faltando menos de três semanas para a eleição, os candidatos majoritários da coligação “Com o Povo para Alagoas Mudar”, mantém uma vantagem nas pesquisas que dificilmente será revertida até a eleição de 5 de outubro.
Essa pelo menos é a avaliação do cientistas político Aellisson Batista, diretor do Instituto Vozes de Pesquisas. “A tendência, se for olhar as pesquisas feitas até agora pelos mais diversos institutos é  de manutenção da liderança de Renan Filho e Fernando Collor”, aponta.
De acordo com Aellisson, o quadro que não se alterou, mantendo-se uma diferença acima de 15  pontos entre candidato do PMDB  para o candidato do PP ao governo, Benedito de Lira.
A possibilidade de segundo turno é pequena, avalia o cientista político, por conta do desempenho do candidato a governador do PSDB.
“O candidato do governo (Júlio Cezar, PSDB) não consegue chegar nem a 5 pontos. É um fato que impressiona, porque normalmente o candidato do governo sempre chega dois dígitos. Nesse caso como o Júlio Cezar tem como plataforma defender o legado do atual governo, ele termina carregando a rejeição da atual administração, o que dificulta o seu crescimento nas intenções de voto”, analisa….
Fato novo
Mas engana-se que imaginar que a eleição está decidida. Tudo pode mudar se um fato novo acontecer: “Nunca pode dizer que está decidido. O imponderável pode acontecer. Um fato novo, relevante pode alterar o quadro. Mas se não existir um fato relevante dificilmente o quadro se altera, devem prevalecer a atual correlação de forças”.
Fonte Edivaldo Júnior/gazetaweb.com
A Faculdade Integrada Tiradentes (Fits) foi reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) como Centro Universitário Tiradentes (Unit). A Portaria nº 795 do MEC foi assinada pelo ministro José Henrique Paim Fernandes, e publicada nessa última sexta-feira (12), no Diário Oficial da União. A mudança proporciona a Alagoas uma ampliação das atividades de pesquisas e extensão, além de aumentar as possibilidades de ofertar novos cursos stricto sensu (mestrados e doutorados).
Como centro universitário, a instituição conquista o direito a possuir graduações em vários campos do saber, e autonomia para criar cursos no ensino superior. A antiga Fits – agora Centro Universitário Tiradentes (Unit) –, possui mais de oito mil alunos, em 24 cursos de graduação e 28 de pós-graduação lato sensu.

“Em apenas oito anos a Fits conquista a ascensão no ensino superior brasileiro, virando centro universitário. Queremos compartilhar este momento de tanta alegria e sucesso com todos aqueles que fazem o Grupo Tiradentes, em especial a toda equipe da Fits. Agradecemos a todos, que sempre contribuíram com a implantação e a condução da instituição”, frisa o reitor do Centro Universitário Tiradentes – Unit –, professor Dario Arcanjo.
Contribuição Social
O trabalho desenvolvido pela extensão da instituição promove ações que contribuem para o desenvolvimento da região, um deles são os grupos operativos, realizados pelo curso de Psicologia da Fits consiste em uma técnica de trabalho coletivo, cujo objetivo é promover um processo de aprendizagem. Realizando a educação para a saúde, ampliando a participação da população no tratamento e na conscientização dos cuidados emocionais.
A iniciativa também possui outros fins, como o Ensino-aprendizagem: cuja tarefa essencial é o espaço para refletir sobre temas e discutir questões. Terapêuticos: que objetiva a melhoria da situação patológica dos indivíduos, tanto a nível físico, quanto psicológico e educativos que visa a prevenção dos agravos e, muitas vezes, usados indevidamente como forma de controle clínico dos pacientes.
O público-alvo do projeto será a comunidade interna (alunos e funcionários da instituição) e a comunidade externa, estimando quase 2 mil atendimentos durante o ano do projeto.
Histórico
Em 2006, a Fits começou suas atividades em um shopping da capital, com apenas três cursos, implantando também no primeiro ano, seis cursos de pós-graduação Latu Sensu nas áreas de Ciências Sociais e Gestão. Já em 2007, foi transferida para a sede própria, o Campus Professora Amélia Uchôa, de mais de 67 mil metros quadrados, localizado no bairro de Cruz das Almas.
“Dotado de laboratórios, clínicas, bibliotecas com acervo físico e virtual e uma moderna infraestrutura, o campus é um ambiente adequado ao desenvolvimento das atividades acadêmicas com a qualidade necessária para uma formação profissional de qualidade”, ressalta o professor Dario.
Por  Assessoria / Algo Mais

O candidato a governador Benedito de Lira, o Biu, garantiu analisar nas primeiras semanas de governo a convocação de 50 delegados e 100 agentes da Polícia Civil, aprovados no concurso de 2012 em Alagoas. Biu firmou o compromisso na tarde desta segunda-feira (15), quando se reuniu com uma comissão de aprovados.
Durante a reunião, Biu apresentou seu plano de governo para a área de Segurança e ressaltou que aumentar o efetivo das polícias é uma prioridade. “Se vocês estão tendo insônia, passem a dormir tranquilos a partir de hoje, porque vou resolver o problema da falta de segurança pública em Alagoas”, garantiu Biu.
Para Isabella Maria Barros de Melo, aprovada para o cargo de delegada, a disposição de Biu para ouvir a reserva técnica e garantir analisar a convocação mostra o compromisso com a área da Segurança. “Sabemos que tudo é uma questão de vontade política. Contamos com o senhor para que nomeie os aprovados, fortalecendo o quadro da Polícia Civil em Alagoas”, disse Isabella.
Em agosto, Biu também garantiu analisar a convocação de 815 aprovados no concurso da Polícia Militar, que tem validade até o próximo ano. Na área da segurança pública, o plano de governo de Biu vai fortalecer a inteligência policial-militar e integrar todos os órgãos de segurança - Polícia Civil, Militar, guardas municipais, sistema penitenciário e corpo de bombeiros. Além disso, vai combater o crime organizado, fortalecendo instituições como o Conselho de Segurança, o GECOC, a 17ª Vara e outras iniciativas.
Coligação
Biu é candidato a governador pela coligação “Juntos com o povo pela melhoria de Alagoas”, que tem Alexandre Toledo (PSB) como candidato a vice e Omar Coêlho (DEM) como candidato ao Senado. A coligação é composta por nove partidos (PP, PSB, DEM, PR, PSL, PPS, PRP, PSDC e SDD).
Por Assessoria
Na manhã desta segunda-feira (15), o candidato ao governo de Alagoas pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Júlio Cezar, participou de uma sabatina no Sindicato dos Jornalistas do Estado de Alagoas (Sindjornal). “Nós precisamos erradicar o analfabetismo e melhor a segurança pública. É preciso organizar o sistema para que capacite as crianças para o futuro. Quero atrair mais indústrias e empregos para este Estado”, assim falou Júlio Cezar no início da sabatina.
Saúde
Júlio Cezar disse que a saúde é o desafio do Brasil. “Imagine que nós temos no Estado uma cobertura de 76% do PSF (Programa de Saúde da Família), um programa do Governo Federal. Sabe quanto o Governo Federal manda para cada equipe de um município? R$ 10 mil. Isso é brincar de fazer saúde”, afirmou o candidato do PSDB, que defende o Governo Federal tenha uma participação financeira maior no Estado. “A maior doença do SUS (Sistema Único de Saúde) é a falta de investimento”, disse.
Júlio Cezar afirmou que, antigamente, Alagoas tinha uma carência de 1800 leitos. “Em dezembro, o Estado vai deixar essa carência com 600 leitos. Nesses sete anos foram feitos 1100 leitos”, afirmou Júlio Cezar. “Quero dizer aos prefeitos que vou continuar investindo nos recursos da farmácia básica, nos hospitais de pequeno porte, nas políticas públicas para a rede infantil”, disse o candidato, que completou falando que, se vencer, vai colocar uma maternidade para gestantes de alto-risco em Arapiraca e outra na região norte de Alagoas.
O candidato do PSDB também comentou que é preciso garantir acesso a exames e consultas especializados para moradores do interior do Estado. “Porque para se conseguir uma tomografia no SUS é de se indignar. Vamos colocar centros especializados. Criando esses laboratórios por Alagoas, quem mora no interior evita de vir a Maceió”, afirmou Júlio Cezar.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alagoas também foi citado na fala do candidato, que disse que o Samu de Alagoas é considerado um dos melhores pelo Ministério da Saúde. “O Samu de Alagoas é o único que tem uma base a cada 30 km. São 34 bases. A saúde não pode ter limites e vamos continuar assim. O que nós precisamos é garantir o acesso. Fazer com que a população sinta que a saúde pública funciona. Eu defendo que o medicamento chegue na casa do paciente. O paciente, por exemplo, não pode sair de Delmiro Gouveia para pegar o medicamento em Maceió”, finalizou o candidato.
Educação
“É de se indignar você ter que dormir toda noite e saber que mais de 600 mil alagoanos não sabem nem ler nem escrever”, declarou Júlio Cezar. O candidato afirmou que o analfabetismo em Alagoas é um problema social que pode ser corrigido em quatro anos de governo. “Instituições como igrejas, sindicatos, associações, escolas privadas, universidades, faculdades têm um papel social e devem participar desse desafio. Esse desafio não é só do governador, é de cada alagoano. O governador nada mais é do que é fomentador deste processo. Se é possível criar uma política pública que a gente incentive pessoas a frequentar uma turma para se alfabetizar num sindicato, por exemplo, por que não faze-lo? Essa será a maior vitória do nosso governo”, declarou Júlio.
O candidato do PSDB afirmou que, caso ganhe as eleições, vai fazer um concurso público para três mil professores. “Minha proposta é que o Governo Federal perdoe a dívida de Alagoas e usarei os nove bilhões desta dívida na contratação de servidores, pagar melhor os servidores, construir escolas, investir em água para sertanejos, entre outros. O que precisamos fazer é reformar toda a rede de educação”, afirmou o candidato, que também lançou a proposta de interiorizar cursos de direito e medicina através das universidades públicas Uneal e Uncisal.
Segurança
“Temos que garantir os recursos necessários da polícia, dando a ela a capacidade de operar e funcionar”, disse Júlio Cezar. O candidato do PSDB afirmou que é necessária uma política nacional que participe com os estados do combate à violência. “Temos que desmantelar o tráfico de drogas e temos que valorizar as ações do Gecoc (Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas)”, declarou o candidato.
Júlio Cezar é a favor de programas do Governo Federal que apoiem os estados contra a criminalidade. “O Brasil Mais Seguro é uma iniciativa positiva”, afirmou.
Durante a sabatina, o candidato se posicionou contra a unificação das polícias, porém disse que o trabalho integrado entre as polícias é um benefício para a segurança pública. “Temos que pagar melhor e contratar mais policiais. Temos que colocar mais viaturas nas ruas. Vamos expandir o videomonitoramento para o interior de Alagoas. Também temos o planejamento de ter guardas municipais armados para atuar em conjunto com a polícia”, disse Júlio Cezar.
Economia
Sobre economia, o candidato é otimista ao falar de Alagoas. “Alagoas é hoje o maior produtor de PVC da América Latina. Maceió tinha um shopping, hoje temos três grandes shoppings. O desafio do meu governo é atrair mais cem grandes indústrias. Precisamos implantar centros profissionalizantes em microrregiões. As grandes empresas vêm pra cá porque sabem que o governo está em dia”, declarou Júlio Cezar.
O candidato afirmou que tem como planejamento de governo capacitar mais alagoanos em todos os níveis em escolas profissionalizantes. “Vamos construir mais cinco escolas profissionalizantes pelo Estado para que as oportunidades surjam para todos”, finalizou o candidato.
Fonte Tribuna Hoje
Por Bruno Mafra

Biu passou por Delmiro... Quem viu? Ele esteve aqui... E mesmo com toda a rejeição de Lula Cabeleira não senti nenhum apelo popular na cidade a candidatura dele... Mas porque será?

É... Biu Biu... Você já subiu no palanque de Lula Cabeleira aqui tantas vezes que o fator rejeição dele não te ajuda muito. Biu Biu... Tava lá no calçadão... Pedindo voto e seguido por alguns políticos da cidade... E foi perceptível o fraco volume de campanha dele aqui.

Será que vai conseguir o feito de Ronaldo Lessa? Que derrotou Lula Cabeleira que apoiava (Teo), e que na época teve inclusive ajuda de parte da oposição na cidade? Tenho lá minhas dúvidas, e Biu Biu aqui pode se transformar em Bay Bay.

Estavam também na corrente de Biu... Vários seguidores do Padre Eraldo... Orgulhosos ostentando o “praguinha” do candidato na camisa... Consegui ouvir até uns poucos gritos de ordem desta turma: “Sou contra a Lula Cabeleira!” Voto 11! É na verdade o grito da insanidade. Em que Biu de Lira é contra Lula Cabeleira? Nada absolutamente. É muita ingenuidade da turma do Padre Eraldo votar em Biu assim... De modo emocional... Fundamentados na frustração da derrota nas urnas e depois na justiça.

Bruno Mafra
Quem são os líderes da campanha de Biu na cidade? Dr. Adeilton Mafra que é eleitor de Lula Cabeleira, Lao da Barragem eleitor de Lula Cabeleira, Tadeu Mafra eleitor de Lula Cabeleira, Jailson da Brenda eleitor de Lula Cabeleira, Jamil cordeiro eleitor de Lula Cabeleira, e a única exceção é Luís Carlos Alves, que votou no Padre Eraldo e tem com Biu ligação recente através do governador Téo vilela. Então não há dúvidas... Os seguidores do padre estão votando em Lula Cabeleira.

Biu pode vir a vencer em Delmiro? Pode sim... A eleição ainda vai acontecer... Agora existem muitos entraves pra ele aqui... Ele não é encarado pelos votos contra Lula Cabeleira como voto de oposição, nem de centro... Mas, pro Lula.

Biu de Lira e Lula são aliados a décadas, e se ele vier a vencer Lula será sem dúvida alguma seu aliado da primeira hora. Quem viu? Eu vi...



Todos os 11 candidatos à Presidência da República apresentam propostas para a área de saúde. As principais promessas recaem sobre o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), criado há 25 anos, e estratégias como a do Saúde da Família e sobre políticas de prevenção de doenças.

Conheça as propostas dos candidatos à Presidência para saúde:

Aécio Neves (PSDB) promete um cadastro nacional único e investimento público para viabilizar o Cartão-Cidadão Saúde que irá garantir a gestão dos serviços de saúde com centrais de agendamentos e contínua assistência técnica, teleconsultas, telemonitoramentos, avaliação e solução para problemas de diagnóstico e tratamento a distância. Segundo ele, o novo modelo de gestão será baseado na criação de redes assistenciais integradas de saúde. O candidato tucano quer instituir a carreira nacional de médico e garantir a oferta de cursos preparatórios a médicos estrangeiros para permitir a realização do exame Revalida. Ele promete aprimorar o programa Mais Médicos e criar programas de valorização e qualificação dos profissionais de saúde. Aécio ainda defende a integração do sistema de saúde suplementar com o SUS e a retomada da política de produção de medicamentos genéricos e apoio aos laboratórios oficiais na produção desses medicamentos.

Dilma Rousseff (PT) promete mudar o patamar de qualidade e ampliar o atendimento dos serviços em saúde com a expansão do Programa Mais Médicos, a ampliação da rede de unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para atendimento de emergências de baixa e média gravidade, a extensão das redes de atendimento especializado, com a qualificação dos serviços hospitalares, o fortalecimento e a universalização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a ampliação do acesso da população a medicamentos. Segundo ela, a melhoria no atendimento e o aumento da rede de saúde vai depender de uma “rediscussão federativa” para evitar superposição de investimentos e planejar com mais eficiência a distribuição dos serviços de saúde públicos. Dilma se comprometeu com o fortalecimento e aprimoramento do SUS e com a extensão dos serviços previstos no sistema. A candidata à reeleição ainda apontou resultados de ações adotadas em seu governo e destacou o Mais Médicos, o Programa Aqui Tem Farmácia Popular e o Programa Brasil Sorridente.

Eduardo Jorge (PV) prometeu criar uma carreira nacional para profissionais de saúde envolvendo, na primeira etapa, as pessoas que atuam no programa Saúde da Família, como agentes comunitários, enfermeiras e médicos. Segundo ele, seria uma carreira nacional, mas não federal, o que permitiria que os profissionais de estados e municípios pudessem aderir. Eduardo Jorge destaca que o orçamento do setor dará ênfase aos aspectos de educação para promoção e prevenção na saúde e defendeu que políticas públicas de outras áreas também contemplem a saúde como prioridade, como a redução da poluição do ar proveniente de veículos que usam diesel e gasolina. O ambientalista afirmou que suas prioridades estarão voltadas para problemas como hipertensão, diabetes, obesidade, vida saudável para os idosos, poluição do ar, violência e dependência de drogas legais ou ilegais e garante o planejamento familiar como um direito básico que precisa ser ofertado “extensa e generosamente a todas as pessoas”.

Eymael (PSDC) se compromete a garantir acesso universal e real à saúde. No programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral, Eymael afirma que vai assegurar o acesso a partir do desenvolvimento e da aplicação efetiva do Sistema Único de Saúde e de um programa de saúde pública com foco na prevenção. “A saúde chegando antes que a doença impedindo que ela se instale, promovendo assim ganho de qualidade de vida e economia de recursos públicos”, destaca.

Levy Fidelix (PRTB) define a saúde como prioridade absoluta de seu plano de governo e garante que os maiores investimentos serão concentrados na duplicação de postos de atendimento ambulatorial de emergência e prontos socorros em todos os municípios brasileiros com aquisição de milhares de ambulâncias e novos equipamentos médicos. Fidelix ainda promete implantar serviço odontológico obrigatório “tendo como base os recursos orçamentários de 1% do pré-sal que iremos instituir”.

Luciana Genro (PSOL) criticou o “subfinanciamento e sucateamento da área” e prometeu ampliar “radicalmente” os investimentos públicos em saúde. Ela destaca que vai promover a retomada global das funções originais do SUS, garantindo atendimento integral a todos de forma gratuita e com qualidade.

Marina Silva (PSB) se compromete com o fortalecimento do SUS e diz que apoia a bandeira do Saúde+10. Segundo ela, seu governo vai implementar em quatro anos, a proposta do projeto de lei de iniciativa popular de vincular 10% da receita corrente bruta da União ao financiamento das ações de saúde e rejeitar qualquer Desvinculação de Receitas da União para assegurar a manutenção das fontes orçamentárias da Seguridade Social. A ex-senadora ainda promete construir 100 hospitais para o atendimento regional, criar procedimentos para a contratação de leitos com os prestadores de serviços e construir 50 maternidades. Além disso, a candidata promete dotar cada uma das 435 regiões de saúde de uma policlínica regional para atendimento de média complexidade, universalizar o Programa de Saúde da Família e estabelecer um programa de alimentação saudável inserindo profissionais de nutrição nas equipes de apoio do Saúde da Família e nas unidades Básicas de Saúde. Marina também defende a valorização dos profissionais de saúde e dos laboratórios oficiais de produção de medicamentos e outros insumos estratégicos.

Mauro Iasi (PCB) resume suas propostas para a área afirmando que promoverá saúde pública e SUS 100% público, estatal e gratuito. Ele também defende a proposta de “um país sem manicômios”.

Pastor Everaldo (PSC) promete extinguir tributos que recaem sobre a área e criar mecanismos de eficiência, como plano de metas, para melhoria do setor de saúde e para premiar financeiramente hospitais e médicos por bons resultados. O candidato ainda defende a desburocratização e abertura de mercado para operadoras de planos de saúde e incentivos para aumentar o número de vagas nas universidades de medicina. Everaldo também promete estimular a descentralização na gestão de hospitais, valorizar profissionais de saúde, revisar a tabela do SUS e combater o tráfico de entorpecentes.

Rui Costa Pimenta (PCO) defende, em seu programa, a descriminalização do aborto e o atendimento dos casos pela rede pública de saúde e destaca medidas para garantir a saúde para a população negra com atendimento aos portadores de doenças etno-raciais pelo SUS. Segundo ele, há índices oficiais que indicam que as três principais causas de óbito da população negra são o alcoolismo, a pressão alta e a anemia falciforme e que as mortes ocorrem por falta de um diagnóstico correto. O candidato é contrário à privatização da saúde. Pimenta promete que vai garantir a realização de exames laboratoriais nos recém-nascidos para diagnóstico de anemias falciformes e leucopenia, atendimento público e de boa qualidade em todas as áreas da saúde, um plano nacional de emergência para combater as endemias e epidemias e um planejamento para garantir saneamento básico e moradia a toda a população.

Zé Maria (PSTU) quer assegurar que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) seja investido na área. “A saúde pública definha no país. Existe hoje um duplo processo de precarização e privatização dos serviços, expressão da falta de investimentos públicos no setor”, destacou em seu projeto de governo. Segundo ele, o país gasta apenas o equivalente a 3,5% do PIB com saúde enquanto o mínimo necessário para um serviço público universalizado seria o dobro desse percentual. Zé Maria afirma ser possível atingir 10% do PIB se o país usar recursos do pagamento da dívida pública.

Agência Brasil
A qualidade dos serviços públicos em saúde foi colocada em xeque pelos brasileiros durante as manifestações de junho de 2013. Às vésperas da Copa das Confederações, evento realizado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), os brasileiros foram às ruas exibir cartazes pedindo “hospitais padrão Fifa” e mais recursos para o setor. As reivindicações em relação à saúde foram uma das principais bandeiras dos protestos populares que se estenderam até meados deste ano.
Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, apesar das grandes conquistas do sistema universal de saúde consagrado na Constituição Federal de 1988, ainda há gargalos a serem resolvidos, entre eles, o financiamento adequado do Sistema Único de Saúde (SUS), a qualificação dos profissionais de acordo com as necessidades da população e uma gestão mais ágil.
Na avaliação dos especialistas, apesar do consenso de que os recursos necessários para o financiamento da saúde pública não serão alcançados em um mandato de 4 anos, a questão precisa ser enfrentada imediatamente.
Para o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Antônio Carlos Nardi, o projeto de lei de iniciativa popular, com 1,9 milhão de assinaturas, que destina 10% da receita corrente bruta da União ao SUS precisa ser aprovado pelo Congresso. O projeto, protocolado em agosto do ano passado, está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados desde o dia 3 de junho.
“O Movimento Saúde+10 teve uma grande mobilização nacional e o projeto de lei está parado no Congresso, não foi para frente. Hoje, já temos a obrigatoriedade do repasse das receitas municipais para a saúde no percentual de 15% e das receitas estaduais, de 12%. Para a União, ainda não temos a garantia de um percentual fixo. Esses 10% acrescentariam R$ 40 bilhões para a saúde em 2014. O grande desafio é garantir financiamento estável e solidário entre as três esferas de governo para manter as condições mínimas do SUS de atendimento universal, gratuito e integral.”
De acordo com o Ministério da Saúde, os recursos destinados à rede pública devem chegar a R$ 91,6 bilhões este ano.
A advogada e doutora em saúde pública pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Lenir Santos, reforça que o financiamento atual é insuficiente. “Qualquer país com acesso universal à saúde vai aplicar um mínimo de 7% do PIB [Produto Interno Bruto]. Nós aplicamos menos de 4%. Por aí a gente vê que faltam recursos para se ter um sistema em quantidade e qualidade suficientes.”
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as despesas do governo com saúde em 2007 e 2008 foram de 3,5% do PIB. Em 2009, esse percentual chegou a 3,8%.
Outro problema apontado pelos especialistas ouvidos pela Agência Brasil diz respeito à formação dos profissionais que, cada vez mais, tem se distanciado das características do SUS e das necessidades de saúde da população. Coordenador da Rede de Direito Sanitário: Saúde e Cidadania, o médico Neilton Araújo de Oliveira avalia que as universidades têm formado profissionais que atendem mais às necessidades da “indústria dos planos de saúde” do que a atenção integral voltada para a população.
“Nos últimos anos, houve avanço na atenção primária e na saúde da família. Setenta por cento dos problemas de uma comunidade se resolvem na atenção primária, sem grandes sofisticações tecnológicas, sem grandes especialistas. Hoje, dos médicos formados, 70%, 80% são especialistas, quando a gente precisa de pelo menos 60%, 70% de clínicos gerais.”
O presidente do Conasems acredita que as deficiências da falta de profissionais e da formação médica começaram a ser supridas por meio da mudança curricular e do aumento da oferta de vagas em cursos de medicina. Segundo estimativa do governo federal, o Brasil tem um déficit de 50 mil médicos.
“Nossas universidades não estavam formando médicos para atender no SUS. Com a mudança curricular, nós já estamos hoje nos aproximando das necessidades do sistema, para fortalecer a atenção básica como a porta de entrada”, disse Nardi.
Para ele, é preciso investir na atenção básica por meio da consolidação do Programa Saúde da Família e de programas de prevenção com a promoção da atividade física, da alimentação saudável e do combate ao tabagismo para diminuir a migração dos pacientes para unidades de média e alta complexidade.
Para o primeiro secretário do Conselho Federal de Medicina (CFM), Carlos Callegari, além do financiamento, outro gargalo é a falta de profissionalização e de qualificação dos gestores na área. “Precisamos preparar melhor o gestor na saúde, para que, com o dinheiro que tem, faça o máximo que puder.” Ele aponta ainda a necessidade de conclusão de obras de unidades básicas de saúde e prontos-socorros.
Lenir Santos defende uma urgente reforma administrativa. “Há muitas amarras administrativas, que encarecem o serviço público. A nossa administração pública não se modernizou ao longo desses anos para quase todas as questões e fundamentalmente para a saúde. E o SUS é extremamente complexo do ponto de vista organizativo porque pressupõe interdependência dos entes federativos.”
Apesar dos problemas, a política de construção do SUS é considerada vitoriosa, segundo os entrevistados. “Há muitos êxitos: a diminuição da mortalidade materno-infantil, da desnutrição, o aumento da cobertura das vacinações”, disse o presidente do Conasems. “Todo o debate que fazemos é para defender, apoiar e ampliar o SUS, não para combatê-lo O SUS é um sistema que tem salvado milhões de vidas no Brasil”, destaca Neilton Araújo de Oliveira, um dos coordenadores da Rede de Direito Sanitário.


Agência Brasil

Renan Filho (PMDB) foi o primeiro entrevistado no AL TV 1ª Edição, durante a série de entrevistas com os candidatos ao governo do Estado, promovida pela TV Gazeta e que teve início nesta segunda-feira (15). O peemedebista citou que sua gestão será fundamentada no tripé Saúde, Educação e Segurança, sendo necessário “cortar sobras” e realocá-las nas áreas prioritárias. 

Questionado acerca das melhorias a serem feitas em prol dos alagoanos, Renan Filho pontuou que Alagoas deve ser um estado competitivo e que dê oportunidade para os que aqui residem. Para tal, segundo ele, é preciso desenvolver um trabalho conjunto entre as secretarias. “Todas os órgãos devem trabalhar de forma conjunta para o desenvolvimento de nosso estado. Além disso, vamos construir novos hospitais e transferir a responsabilidade da segurança para o governo e o governador”.

A Lei de Promoções da Polícia Militar (PM), aprovada recentemente pela Assembleia Legislativa (ALE) de Alagoas, também foi assunto debatido pelo candidato. Renan afirmou que qualquer plano de segurança só dará certo se houver a valorização dos policiais, não somente no aspecto salarial, mas, principalmente, na promoção de carreira dos profissionais. 

O postulante ao cargo de governador chamou a atenção para “gastos desnecessários” da máquina pública. Renan prometeu cortar sobras de recursos e realocá-las para áreas prioritárias do governo. “Alagoas precisa de uma boa gestão. Aqui não falta recurso, ou seja, precisamos colocar o que sobrou na Saúde, Educação e Segurança Pública”. 

Sobre a criação de novas secretarias em seu governo, o candidato disse não ser a favor; porém, afirmou deve retomar a Secretaria de Esporte, desvinculando-a da Educação, "para reinserir os jovens na sociedade, devido à violência que assola o Estado”. Segundo ele, a ausência da pasta é uma “incongruência”. 

Ao final da entrevista, o candidato garantiu, ainda, que irá construir hospitais da Mulher e da Criança em Maceió e Arapiraca, voltados para o atendimento de urgência e emergência, "tendo em vista os problemas vividos pela população, quando esta não encontra atendimento em outros hospitais e postos de saúde, superlotando o Hospital Geral do Estado (HGE)", situado no Trapiche da Barra. 

“Além disso, construiremos mais trezentos leitos de UTI [Unidade de Terapia Intensiva] para atender à população, que sofre diante da precariedade dos serviços oferecidos atualmente”, comentou Renan Filho. 

Sabatina

A série de entrevistas no AL TV 1ª Edição é promovida pela TV Gazeta, cuja ordem dos candidatos baseou-se no resultado da pesquisa de intenções de voto do Ibope, além de em critérios de desempate definidos durante reunião com os postulantes ao cargo eletivo e seus representantes. Cada candidato tem oito minutos, mais 30 segundos de tolerância, para responder às perguntas feitas pela apresentadora Gilka Mafra. O entrevistado nesta terça (16) será o candidato Benedito de Lira (PP). 

A mais nova pesquisa para as eleições deste ano apontou Renan Filho com 43%, seguido de Benedito de Lira (PP), com 26%, Mário Agra (PSOL) e Júlio Cézar (PSDB) empatados com 1%, e os demais com menos de 1% das intenções de voto. 

Os números foram colhidos entre os dias 7 e 10 de setembro, quando 812 foram entrevistadas. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo nº AL-00010/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-00592/2014.

Fonte gazetaweb.com
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