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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Ibope/TV Gazeta: Calheiros tem 39%; Cunha, 37%; Biu, 23% e Quintella, 18%


O Ibope/TV Gazeta divulgou na noite desta quinta-feira (20) o resultado de uma nova pesquisa sobre o cenário eleitoral em Alagoas. Para as duas vagas para o Senado Federal, o candidato Renan Calheiros (MDB), que busca a reeleição, foi de 33% para 39% das intenções de voto. Rodrigo Cunha (PSDB) cresceu de 19% para 37% assumindo o segundo lugar. Benedito de Lira (PP) varia de 25% para 23%, enquanto Mauricio Quintella (PR), mantém os mesmos 18% registrados na pesquisa passada. 

O candidato Sergio Cabral (PATRI) que tinha 10% no levantamento de agosto, agora tem 5%. Os demais candidatos são citados, no máximo, por 4% dos entrevistados. As intenções de voto em branco ou nulo vão de 55% para 45%, sendo 11% da primeira vaga e 34% da segunda (eram respectivamente 33% e 22%), enquanto aqueles que não sabem ou não opinam totalizam 20% agora (eram 22%).

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de agosto e ouviu 812 eleitores. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas sob o protocolo Nº AL-06041/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-02881/2018. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral. 

Eleição presidencial

No cenário da eleição presidencial, Fernando Haddad subiu de 2% para 28% das intenções de voto dos alagoanos, após a formalização do nome como candidato pelo PT. 

Jair Bolsonaro (PSL) cresceu de 14% para 22%; Ciro Gomes (PDT) mantém os mesmos 8% da rodada anterior, Geraldo Alckmin (PSDB) oscila de 8% para 7% e Marina Silva que tinha 17% em agosto cai para 7% na rodada atual. Os demais candidatos têm até 2% das menções, sem oscilações significativas em comparação à pesquisa de agosto. Neste cenário, as intenções de votar em branco ou de anular o voto caem de 32% para 11%, enquanto os indecisos mantêm-se em 10%. 

Por: Gazeta Web

Renan Filho tem 65%; Josan, 5%, Basile, 3% e Melquezedeque, 2%, aponta Ibope



Pesquisa Ibope, encomendada pela TV Gazeta de Alagoas e divulgada na noite desta quinta-feira (20), mostra números mais atualizados para a disputa ao governo de Alagoas. O levantamento revela que, com a desistência do candidato Fernando Collor (PTC), o governador Renan Filho (MDB) se isola na liderança e pode ser reeleito já no primeiro turno. Quando a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral o candidato Pinto de Luna (Pros) ainda não tinha sido oficializado.

Confira os números para a pesquisa estimulada, quando o nome dos candidatos é apresentado ao eleitor:

Renan Filho (MDB) - 65% (antes 46%)
Josan Leite (PSL) - 5% (antes 2%)
Basile (PSOL) - 3% (antes 1%)
Melquezedeque Farias (PCO) - 2% (antes não pontuou)
Brancos e nulos - 18% 
Não sabe/não respondeu - 8%
De acordo com o Ibope, as intenções de voto em Renan Filho são mais expressivas entre os eleitores mais jovens, de 16 a 24 anos, segmento no qual ele obtém 71% das menções.
Ainda conforme o levantamento, Josan Leite, por sua vez, é mais citado entre eleitores com renda familiar mensal acima de 2 salários mínimos: são 10%. Os demais candidatos apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados.
REJEIÇÃO
O Ibope também quis saber qual o nível de rejeição dos candidatos ao governo de Alagoas, ou seja, em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum. Confira os números:
Basile - 34%
Josan Leite - 33%
Melquezedeque Farias - 31%
Renan Filho - 19%
Poderia votar em todos - 3%
Não sabe ou preferem não opinar - 17%

FICHA TÉCNICA
Foram entrevistados 812 eleitores entre os dias 17 e 19 de agosto de 2018. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.
O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas sob o protocolo Nº AL-06041/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-02881/2018.  
Por: Gazeta Web


TRE já prepara urnas que serão utilizadas nas eleições em Alagoas


Começou nesta quarta-feira (19) a preparação das oito mil urnas que serão utilizadas nas eleições em Alagoas. Cerca de quarenta pessoas, entre servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL) e técnicos da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) estão envolvidos nos testes que devem ser concluídos até o dia 30 de setembro.

Nesta manhã, as equipes iniciaram o processo de geração das mídias nas urnas eletrônicas, quando foram inseridos nomes e números de cada candidato. 

A atividade pode ser acompanhada pelo Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e representantes de partidos e coligações.

De acordo com o TRE, a preparação das urnas - que contempla a inserção das mídias com os dados de cada Zona Eleitoral - será encerrada com o lacre e o posterior transporte dos equipamentos para os 102 municípios alagoanos. 

Por conta da logística na entrega, as primeiras urnas eletrônicas a serem preparadas foram as do Sertão alagoano. Elas ficarão armazenas nos cartórios eleitorais até a véspera da eleição, quando, enfim, serão transportadas para os locais de votação.

Por: Gazeta Web

Literatura de Cordel ganha título de patrimônio imaterial do Brasil


A literatura de Cordel, um dos símbolos do Nordeste, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, nesta quarta-feira (19). O título foi concedido por unanimidade pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A reunião ocorreu no Rio de Janeiro, com presença de representantes do Ministério da Cultura e da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

Em Pernambuco, o gênero ganha destaque em festivais e com o Museu do Cordel Olegário Fernandes, em Caruaru, reformado em 2013.

No mesmo município, a literatura também é valorizada pela Academia Caruaruense de Literatura de Cordel (ACLC), criada em 2005 com o objetivo de valorizar os poetas do passado e incentivar os futuros cordelistas. As homenagens ao gênero são feitas sobretudo em novembro, mês em que é celebrado o Dia da Literatura de Cordel.

De acordo com a pesquisadora e escritora Maria Alice Amorim, que estudou a literatura de cordel no mestrado e doutorado, o título é uma forma de reconhecer um gênero que já sofreu preconceitos.

"Embora seja uma tradição reconhecida e admirada, ela também sofre uma série de preconceitos e, consequentemente, exclusões de alguns nichos literários devido ao caráter popular", explica.

Maria Alice, no entanto, acredita que a riqueza do gênero supera as discriminações já sofridas pelas produções e pelos escritores.

"Por ter esse caráter de uma tradição popular, de livros que são feitos de uma forma mais artesanal, com materiais mais baratos, existe esse preconceito. Só que na verdade, enquanto discurso poético, o cordel é muito rico e refinado, porque necessita de uma técnica de métrica e rima", observa.

Com o título, a pesquisadora acredita que a literatura de cordel ganha força para ser perpetuada. "Essa salvaguarda vai garantir que a tradição permaneça viva e que outras pessoas possam desenvolver o talento poético pra poesia de cordel", afirma.

Estilo

Em texto postado no site, o Iphan informa que a literatura de cordel teve início no Norte e no Nordeste e o estilo se espalhou por todo o Brasil, principalmente por causa do processo de migração populacional.

Hoje, de acordo com o Instituto, o gênero circula com maior intensidade na Paraíba, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Pará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

A expressão cultural retrata o imaginário coletivo, a memória social e o ponto de vista dos poetas a respeito de acontecimentos vividos ou imaginados.

Por: Gazeta Web

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Ibope confirma forte crescimento de Fernando Haddad


Agora é a nova pesquisa do Ibope. Números divulgados na noite desta terça-feira confirmam a tendência de crescimento do petista Fernando Haddad. Ele se desgarrou do bloco no qual estava embolado com Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Marina Silva. Com 19% das intenções de voto, o ex-prefeito de São Paulo avançou 11 pontos em relação ao Ibope de uma semana atrás.

Jair Bolsonaro oscilou dois pontos e continua firme na liderança com 28%. Firme, pode ser, mas não com capacidade para ampliar seu índice além da casa dos 30% neste primeiro turno. É o que mostra a sucessão de pesquisas ao longo dos meses. Ao contrário do candidato do PSL, Haddad vive momento de aparente avanço no eleitorado, com sinais de que a onda vai continuar em alta.  

E é claro que o êxito na campanha do presidenciável petista se explica em parte pela esperada transferência de votos de Lula para seu escolhido. Parece que veio mais rápido do que se poderia imaginar. Muita gente do próprio PT festeja o que considera um resultado surpreendente, em período tão curto de tempo. O forte desempenho acaba por reforçar a militância e a campanha.

O programa do PT no horário eleitoral na televisão cumpre papel decisivo na missão de tentar eleger Haddad. A coordenação da propaganda parece ter encaixado da melhor maneira o fator Lula nas narrativas apresentadas. A imagem do ex-presidente e o texto em sua voz combinam com a mensagem que se pretende emplacar. Até agora, saiu melhor que a encomenda para o petismo.

Se Bolsonaro segue na mesma, e Haddad comemora a melhor fase em sua campanha, as notícias vão ficando cada vez mais devastadoras para quem, até um dia desses, sonhava com lugar certo no segundo turno. No Ibope que acaba de sair, Ciro estacionou com 11%; Alckmin caiu para 7%, e Marina também recuou, e agora tem 6%. É uma mudança e tanto em relação ao início da corrida. 

Diante desse cenário, as candidaturas de Bolsonaro e de Haddad ficam na mira de uma pancadaria maior.  Ciro e Alckmin têm menos de três semanas para virar o jogo – mas isso hoje está mais no campo das coisas remotas. A pesquisa Ibope reforça a tendência já captada em levantamentos anteriores. Estamos mesmo perto de um segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad.

Nada pode ser dado como definitivo, ainda mais numa fase da vida brasileira em que a Constituição é atropelada todo dia. Problema sério é que parte do Judiciário e do Ministério Público tem tudo a ver com esse ataque às leis. Vamos torcer. Na eleição, apesar de tudo e de tantas ressalvas, manda a vontade do eleitor. É o voto direto que muda governo e parlamento. Mudança com legitimidade.

Por: Cada Minuto

 
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