A indefinição de uma política clara do Governo Federal no setor elétrico continua a pesar no bolso do cidadão. 

O que deveria servir como melhoria para o trânsito na Avenida Caxangá no bairro Pedra Velha, se tornou uma preocupação para os moradores. 
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A avenida Caxangá foi duplicada para facilitar o acesso à rodoviária, no entanto como muitas outras ruas de Delmiro encontra-se sem as devidas sinalizações. A avenida não tem nem as faixas que separam pista de acostamento.

O blog conversou com alguns moradores que revelaram sua preocupação.

" Aqui é comum motoqueiros, carros ultrapassarem pela direita, passam quase batendo nos pedestres" 

" As lombadas não têm sinalização, não há faixa de pedestre, não tem como atravessar a pista em segurança, já foram registrado acidentes aqui, os quebras molas sem sinalização, freadas bruscas, o perigo tá ai para todos verem"

As imagens comprovam as informações passadas pelos moradores, não há nenhuma sinalização. A falta de sinalização se espalha por toda a cidade.

O trânsito está um Caos?
O que mudou com os carros novos da SMTT?

Por Ferreira Delmiro


É evidente a falta de sinalização de trânsito no centro de Delmiro Gouveia, bem como nos demais bairros da cidade. 

No centro da cidade, por exemplo; o cruzamento da Rua 13 de maio, onde o movimento de carros, motos, bicicletas, caminhões e ônibus é intenso, além de estar com as faixas de pedestre apagadas, em alguns sentidos não possui nenhuma placa indicando qual sentido deve ser tomado pelo motorista. Vale ressaltar que já ocorreram vários acidentes neste local.

Outro ponto que revela um certo descaso para com o trânsito municipal, é a construção de quebras molas  de maneira irregular, sem as faixas de sinalização devidas, alguns sem as placas, desrespeitando assim o que diz o as leis de trânsito.

"Simplesmente chegam fazem o quebra mola, pitam com cal, com dois dias não tem mais nem  o cheiro do cal, sem placa, e são frequentes as freadas bruscas dos motoristas, outros passam direto, até se acostumar" afirmou um  morador.

Com um orçamento de quase 170 milhões para o ano de 2014, Parece que já esteamos acostumados com a falta das faixas de pedestres, das sinalizações, falta de médicos, falta de... falta de...

Por Ferreira Delmiro






As estatísticas mostram que esse tipo de abuso é muito mais frequente do que aqueles praticados por desconhecidos em vielas escuras e emboscadas


O descaso do governo do estado para com Delmiro parece não ter fim.

Dos órgãos de responsabilidade do Estado creio que o único que funciona adequadamente, é claro com algumas dificuldades, mas dificuldades estas que não interferem no funcionamento, seja o Detran.

O hospital é alvo de constantes reclamações por falta de estrutura, a UPA está fechada, já sofrendo a destruição do abandono, um polo comercial inaugurado às pressas e etc...

E agora, não bem agora, pois segundo as informações colhidas no local, a mais ou menos dois meses o PROCON, órgão de defesa do consumidor e o SINE, onde os trabalhadores recorrem para dar entrada em seguro desemprego, onde são ofertadas vagas de trabalho estão fechados.

O motivo? Não pagaram a conta, a Eletrobrás suspendeu o fornecimento de energia.

O seguro desemprego para muitos virou, seguro desespero.
Segundo o secretário de Planejamento de Delmiro Gouveia, a responsabilidade é do governo do estado.





Segue o termo de declaração com os detalhes do Professor Londe, no documento registrado junto a Delegacia Geral de Polícia Civil, o professor relata detalhes da ameaça.
Click na imagem para ampliar.





Prestadores de serviço da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEEE) estão há dois meses sem receber o pagamento dos salários relativos ao transporte de técnicos das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs). Revoltados, donos de locadoras de veículos paralisaram o serviço, comprometendo o trabalho nas Coordenadorias. Eles também alegam sofrer ameaças de substituição por esses mesmos coordenadores. 

Marcos Antônio da Silva, dono de uma veículo que transporta servidores da 14ª CRE, sediada no bairro do Farol, em Maceió, explicou que a categoria presta serviços de forma indireta à Educação porque depende do repasse salarial de uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). O contrato, segundo ele, encerrou-se em abril deste ano, mas o órgão estadual renovou a prestação de serviço por seis meses, ao invés de abrir processo licitatório para a aquisição de novos veículos. 

“Eu e outros colegas estamos preocupados com a situação porque dependemos do dinheiro para o sustento da família, pagamento de motoristas e manutenção do carro. Em maio e junho, não recebemos o salário, por isso, alguns pararam os trabalhos. Parei porque estou sem receber 8.640 reais, relativos aos dois meses”, comentou Marcos, ressaltando, porém, que a categoria está sofrendo represália de coordenadores para não interromper os serviços, podendo não conceder mais os vencimentos atrasados e, consequentemente, substituir os veículos. 

“Ameaças são constantes, inclusive, uma coordenadora regional obrigou um colega meu a continuar trabalhando. E se a gente não voltar, eles cortam outros meses e podem ter os carros substituídos”, reforçou. 

Em resposta aos prestadores de serviço, a Oscip alegou não ter recebido o pagamento por parte da Secretaria de Educação. Por esta razão, Marcos disse que a categoria não se reunirá em protesto, mas vai procurar o Ministério Público Estadual (MPE), na próxima semana, caso a situação não seja resolvida a tempo. “Não queremos manifesto, porque acabamos desmoralizados devido à chegada do Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais], que acaba com tudo. É Ditadura”, acredita. 

Ao todo, o estado de Alagoas abrange 15 Coordenadorias Regionais de Educação, quatro delas com sede na capital: 1ª no Centro, 13ª no Pajuçara, 14ª no Farol e 15ª. As demais ficam nos municípios de São Miguel dos Campos, Palmeira dos Índios, Viçosa, Arapiraca, Santana do Ipanema, União dos Palmares, Pão de Açúcar, Penedo, Passo do Camaragibe, Piranhas e Rio Largo. 

A resposta da Secretaria de Educação

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Educação e a assessoria de comunicação confirmou o atraso no pagamento, alegando que a ex-secretária Laudirege Fernandes "não dispôs de tempo hábil" para analisar processos relativos aos prestadores e tomar ciência da situação, sendo exonerada do cargo em menos de 15 dias. 

Já a atual secretária, Stella Albuquerque, ainda não resolveu a pendência devido ao acúmulo de processos. Mas ainda nesta sexta-feira (18), a gestora assina a autorização para o pagamento na próxima semana. O salário de julho obedecerá o trâmite processual, sendo efetivado na primeira quinzena de agosto. 

Quanto às ameaças sofridas pelos terceirizados, a assessoria disse que vai se inteirar do fato e, em seguida, emitirá um posicionamento.
Professor da rede municipal de ensino, militante, pai de família, companheiro de muito, Londe sofre ameaça de morte esta semana. Em nota ao Blog, Londe desabafou e falou sobre a sua vida de militancia, esposa, filho e agradeceu ao apoio que tem recebido de professores e amigo.

Segue abaixo Nota enviada ao  Blog

Sou um militante assíduo nos movimentos sociais, também sou professor da rede pública municipal de ensino há mais de uma década. Atuo como base do SINTEAL (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas) do qual já fui diretor. Não somente como professor, mas, sobretudo como ser humano, me sensibilizo com a condição de opressão das pessoas que são vítimas de governos ausentes. Desta forma, sempre busquei lutar por melhores condições daqueles que nada têm. Sei como é dura a realidade, pois, a minha vida é marcada por enfrentamentos no campo político.

No entanto, é preciso, cada vez mais, agir junto aos movimentos para alcançar seus objetivos, mesmo sabendo da quase impossibilidade de suas efetivações, haja vista o total desinteresse dos governos em dar ao povo o que é do povo.

Como professor, utilizo uma pedagogia horizontalizada, ou seja, comporto-me mais como amigo dos estudantes porque acredito que todos nós estamos na mesma condição – aprendemos uns com os outros. Ainda como professor, não abro mão da luta sindical. Luta por melhores salários, melhores condições de trabalho etc.

Quanto a minha militância dentro dos movimentos sociais nunca deixei dúvida alguma daquilo que acredito, e por isso faço questão de defender, pois bem, de que as pessoas devem ter dignidade, ou seja, moradia, educação, saúde e terra; assim, é preciso que fique claro uma coisa muito importante no que diz respeito a minha participação nos movimentos, sou desinteressado quanto a qualquer vaidade de poder e, aqui, me refiro nitidamente à vinculação a partidos políticos; luto sim, não posso negar tal realidade, com o povo, até porque faço parte do povo, pela instauração da dignidade humana que passa obviamente pelos enfrentamentos com os governos; embate que tem como característica minhas convicções fortes, pois as seguro como meu corpo segura a minha cabeça. Daí que não as troco por nada, porquanto se assim o fizesse me tornaria “uma alma de arame no corpo da cortiça.”

Assim, não resta dúvida que a minha atuação pode despertar descontentamentos devastadores naqueles que estão encrustados nos poderes, não posso negar que a postura que tomo é aberta e decidida e, se luto por mim junto ao povo, obrigatoriamente vou problematizando os interesses daqueles que pouco se importam com a condição humana.

 O fato é que a sociedade sofre dores de parto e há aqueles que querem fazer o parto para que a criança nasça, mas, infelizmente, esses são ameaçados, mortos, porque eles não podem existir, ou seja, o direito à existência pertence somente aos que querem manter as dores.

De modo que há uma grande injustiça, pois os que estão no comando, nos governos, não querem, não pretendem resolver os problemas do povo, já que isso significa não ter mais o controle, porquanto um povo livre é um povo que decide. Assim, luto para que esse povo nasça. Com isso, de forma bem objetiva poderia resumir que meu espaço de atuação é a minha sala de aula, junto aos meus alunos, juntos aos pais de alunos, junto aos meus colegas professores e demais trabalhadores os quais faço questão de chamar de meus companheiros. Sempre participo das assembleias realizadas pelo nosso sindicato (SINTEAL), pois acredito que só a luta pode trazer melhorias para a educação de um modo geral.

Participo também das manifestações populares tais como a dos moto-taxistas, quando os mesmos reivindicavam uma redução do alvará que eles pagam pelo espaço ocupado por suas motocicletas; das mobilizações dos moradores das 369 casas e também dos moradores do bairro Novo Horizonte que injustamente estão sendo vítimas da górgona especulação imobiliária que assola Delmiro; das sessões da Câmara de Vereadores que como representante da superestrutura da sociedade não vem dando resposta alguma a ela, das ações do MST, me solidarizei com a luta dos camelôs que recentemente foram tachados de poluição visual, o que é deprimente.

Tenho também participado da luta pela implantação da UFAL aqui no sertão, assim não poupei professores, diretores, coordenadores de curso e até mesmo reitores com as minhas críticas, radicais e necessárias, já que o homem que se propõe livre é a raiz de tudo.

Me manifestei fortemente durante a visita da Presidente Dilma ao Canal do Sertão, pois até hoje não existe clareza quanto a quem serão os beneficiados com esta obra, até porque para além dessa incerteza o que a trouxe aqui foi tão somente o seu projeto de poder. Pois há uma postura autoritária dos que pensam o PT na tentativa de se perpetuar no poder.

Acredito também que longe daquilo que muitos creem, de que com o PT os movimentos sociais ganharam bastante abertura, vejo tal abertura como cooptação, pois os vários movimentos sociais perderam força.

Também me manifestei em dois momentos que o atual governador do estado esteve na cidade, ambos relacionados à inauguração do Polo de Confecções, que, diga-se de passagem, foi feita ainda sem que houvesse energia elétrica, quanto absurdo! Mas não somente a isso, mas ao fato de que se trata de um governo profundamente desumano, basta ver a situação dos hospitais, das escolas, da violência e aqui deixo claro que tipo de violência é essa. É a violência de um estado que não dá ao homem o que é dele, portanto é puro autoritarismo. Destarte, a minha luta é aberta, declarada, às escâncaras!

 Nunca cometi nenhuma espécie de VANDALISMO, pois acredito na ação direta e às vistas, longe de qualquer anonimato, não tenho o que esconder, não sou um covarde, afinal de contas, são as fadas dos dentes que procuram andar às escuras espoliando inocentes. 
Por essa forma, creio que em consequência de minha atuação e pela crítica que faço às condições impostas aos descriminalizados, devo causar desconforto aos poderes, de modo que posso vir a ser alvo de alguma violência.

 Ante tudo que já foi dito, sou pai de família, tenho uma esposa e um filho a quem chamo de revolucionário sempre quando estou brincando com ele. Gosto muito de livros e de música, até me atrevo a cantar numa pequena banda, nas horas de lazer.


Por fim, quero agradecer o gesto caritus dos que se solidarizaram comigo, como pais de alunos, alunos, o pessoal do sindicato, as rádios, aos meus colegas de categoria (professores e pessoal de apoio administrativo), os amigos do movimento estudantil de Maceió, os amigos de Paulo Afonso, em especial, o grande Saulo Henrique, uma referência em minha vida, Bruno Emanuel Mafra, meu irmão (Bruno, comprei as Teologias Sistemáticas de Paul Tillich e Wolfhart Panenberg, é nossa!!!), toda a comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários) da UFAL, em especial o Professor Gutemberg, também não me esquecendo do nosso querido Professor Eltern. Quero agradecer a EDVALDO NASCIMENTO que me acolheu no meu momento mais difícil, mesmo sabendo que sempre lhe fui crítico, no entanto, não me foi covarde.

Sindicato da categoria comemora aprovação de projeto no Senado e aguarda mudanças


O Sindicato os Guardas Municipais de Alagoas (Sindguarda) comemorou, nesta quinta-feira (17), a aprovação, no Senado Federal, do texto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. De acordo com a categoria, a partir de agora, as cerca de 50 cidades do Estado que contam com o órgão terão um prazo de dois anos para se adequarem às modificações, o que inclui a realização de concurso público para ingresso na carreira e o uso de arma de fogo em serviço. 

De acordo com o presidente do sindicato, Cleif Ricardo, muitas cidades de Alagoas contam com guardas municipais contratados, que não passaram por nenhum processo seletivo. É o caso de Teotônio Vilela e Junqueiro. Com a aprovação no Senado, a expectativa é que esse cenário mude. 

“Temos cerca de 50 cidades com guardas municipais, sendo que muitas delas nunca fizeram concurso público. Agora terão que fazer. O texto aprovado no Senado passa a exigir, inclusive, que os certames cobrem dos candidatos a escolaridade mínima de nível médio. Em concursos já realizados no Estado essa exigência foi apenas de nível fundamental”, destacou Cleif. 

Sobre o uso de arma de fogo em serviço, o presidente do sindicato destaca que era um desejo antigo da categoria, tendo em vista os riscos aos quais os trabalhadores da área ficam frequentemente expostos. “Esse era um dos maiores anseios da categoria. O guarda municipal não só pode como deve usar arma de fogo”, afirma o representante dos guardas municipais de Alagoas. 

Entre os outros pontos estabelecidos pelo texto aprovado no Senado e destacados pelo Sindguarda estão a criação de uma carreira única e a determinação de que o comando das guardas municipais deve ser feito por um profissional da área. 

“Passaremos a ter comando próprio, feito por um guarda municipal de carreira. Hoje, quem ocupa esse cargo são pessoas de confiança dos prefeitos. Trata-se de um cargo comissionado. Há anos esse projeto tramitava no Congresso Nacional e ontem tivemos a concretização desse sonho da categoria. Ele regulamenta o exercício da profissão, definindo uma padronização para as guardas municipais de todo o Brasil”, destacou Cleif. 

O Projeto 

O projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais foi aprovado nesta quarta-feira (16) pelo Plenário do Senado Federal. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), ficam estabelecidas uma série de critérios para o exercício da profissão.

As guardas municipais passam a ter poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Além disso, deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, sendo que a estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares.
 

Plenário do Senado aprovou Estatuto Geral das Guardas Municipais.
Texto, que seguirá para sanção, reconhece o poder de polícia dos guardas.

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